| FICÇÃO
POLÍTICA
Os políticos, brasileiro, (não são todos, é
claro, que são corruptos). Quando candidatam para as próximas
eleições, não tem nenhuma postura de acanhamento
para com os eleitores. Alegam que sendo eleitos, cumprirão
todas as promessas e todo o mais dito ao povo e também que
não medirão esforços para serem transparentes
com a população. Prometem o que não têm,
e o que não sabem se terão como realizar, de melhorias
para a população. Querem sim, é satisfazer os
seus egos levando expectativas aos eleitores, com falsas melhorias,
depois, se eleitos e as promessas não cumpridas passam a serem
vistos como “entulho da sociedade” brasileira no ambiente
de trabalho, não passando mais do que uns teleguiados, para
aprovar projetos oriundos do poder executivo. Muitos deles são
aumentos dos tributos para as populações, que pagam
os bi-tributos e até tri-tributos..., como acontecem com os
proprietários de imóveis, e de carros e quem trabalha
com cheques, que pagam os tributos encima de tributos, se não
querem ser presos e deserdados pelo estado.
Dentre as promessas, podemos citar o bom sistema de Saúde pública
para todos os brasileiros. Mas no decorrer dos tempos, os governos
dizem não haver verbas para ampliar os benefícios prometidos
aos eleitores, de uma boa saúde, alegando falta de recursos
para saúde. Mas há recursos para contratar mais funcionários,
com altos salários. E não havendo recursos para modernizar
e expandir o sistema de saúde pública, não haverá
necessidades de contratar mais funcionários. Com que dinheiro
são eles pagos?
No que se refere à saúde pública, há uma
outra situação, de graves conseqüências,
que são as dos médicos que fazem movimentos, prejudicando
a população de um geral. Sabes o que acontece? Tudo
indica que se trata de corporativismos dos médicos, em razão
das funções de médicos e não o cumprimento
da missão para que foram contratados e o dever do juramento.
Essa massa de manobra dos médicos, não tem outra, a
não ser, forçar a população a procurar
os consultórios particulares, que não têm nada
de errado, a não ser os custos da consultas, mais os remédios
(consulta não cura enfermidades), os seus custos impedem os
pacientes de comprar os medicamentos. Os Planos de saúde em
si não evitam que os segurados adoeçam. Porém
quando adoecem, têm dificuldades em serem atendidos. Não
somos contra a iniciativa privada, somos contra os custos, e os não
atendimentos completos das enfermidades.
E os velhos discursos políticos, em torno da escola (educação),
por ocasião das eleições (Os eleitores mais uma
vez acreditam nas promessas, dos mesmos candidatos)? E o povo ainda
diz que ruim por ruim, que fiquem os mesmos, assim os reelegendo.
Mesmo sabendo de suas ineficiências o governo si arma para aumentar
o seu núcleo comprando votos com o tal programa de benefícios
aos pobres, de benefícios aos mais necessitados, e com isso
arrebanham os que não têm noção do que
estão recebendo. É o que o governo quer, arrebanhar
mais simpatizantes aumentando com isso o número de políticos
prometendo o que não podem faz.
Prometem, uma boa segurança, para a população.
Não é com e somente policiamento nas ruas que teremos
segurança. Os investimentos estradas. Como segurança
nas estradas? Quando o tempo esta sem muitas chuvas, as autoridades
ficam discutindo as licitações com as empresas, e com
isso o tempo seco passa. Com chuva não trabalham, com sol eles
se esconde nas discussões. Advogado para lá e advoga
para cá, e com isso quem sofre é o povo. Aí vêm
de novo as discussões do tempo. E com isso, quem tem as necessidades
de transitarem nas estradas se desesperam por segurança. Sabem
por que os governos não dão importâncias os benefícios
das estradas? Por que as destruições dos veículos
nas estradas são benefícios para os governos, com as
costantes compras de peças, que é uma forte arrecadação
de impostos, enchendo mais ainda os COFRES públicos, e tirando
de quem produz, seus suados recursos. E por onde transitam os recursos
para o progresso do agronegócio, que foram feito com os esforços
dos trabalhadores?
Não podemos contar com as promessas dos políticos no
que tange a habitação, para todos. Na verdade, os eleitores
são ludibriados, coitados que sonham com o bem estar, que tem
sido dificultado pelos sistemas de juros, que começam mansinhos
e a partir do segundo ano, passam ficar bravos, comendo todos os recursos
adquiridos pelos proprietários que o faz com bens consignados
por intermédio dos Bancos e bens pessoais.
A nosso ver. O fracasso na saúde tem uma boa parte de influencia
política, que no passado não obteve êxito, mesmo
contando com 18 Países na Europa e um na América Central,
que não conseguiram expandir as promessas de igualdades, e
dar aos povos os benefícios prometidos pelos filósofos,
fundadores e instaladores do regime. Onde pregavam aos povos, as igualdades
para todos. Foi ao contrario. Primeiro não existe igualdade,
coso fosse para ser tudo igual, o mundo seria um plano só,
as vegetações só davam um tipo de fruto, o ser
humano, seria um tipo só, uma cor só, um sexo só,
os mesmo ocorreria com os animais. Os políticos querem seguir
a maldita filosofia instalada e repudiada em todas as regiões
por onde passaram. Infelizmente há elementos bem pagos para
percorrer o mundo e regimentar simpatizantes para os partidos nos
paises de populações despreparadas, infiltrando entre
os povos uma doutrina de escravidão e não união
dos povos. No Brasil temos partidos criados para pregam uma filosofia
há mais de 80 anos com influência e intercâmbio
internacional, que arrebanham os jovens que ainda estão com
as suas mentes em formações, fácil de influenciar
por quaisquer palavras contundentes. Estes fazem com que eles pratiquem
atos de terror, contra as disciplinas, obtidas nos seus lares, até
mesmo contra seus próprios familiares. São preparados
para formar motim contra tudo e contra todos, provocado constantes
as faltas de melhorias de seus empregos e também de suas escolas.
Onde tem compromissos de seguirem as mesmas instruções,
dos lares. As constantes greves, só se propagam nos países
de governos fracos ou que quer formar grupos de guerrilheiros. Mesmos
sabendo que poderá prejudicar os seus próprios familiares,
e os seus programas de vida. Com esse tipo de instruções,
os sonhos morrem junto com os seus desejos. Os grevistas: como os
médicos funcionários públicos, os outros funcionários
públicos, quando são interpelados do não cumprimento
do dever para que foram contratados, simplesmente respondem, não
estarem nem aí, pois alegam quer o deles no fim do mês,
já que são concursados, não podem ser demitidos.
E tem mais, essa gente que faze constantes greves nos Hospitais, Escolas,
nos serviços de seguranças nos transportes, nos comércios,
não estão a serviços das populações
brasileiras, estão á a serviço do partido do
quanto pior melhor, que quer desarticular o progresso do Brasil. Essa
gente detesta a terceirização do serviço público
e as atividades da iniciativa privadas, como nas Escolas, na Saúde,
no Transporte de qualquer natureza, nas Indústrias, nas Estradas.
Por isso é que o Brasil não tem boa Saúde, bons
Hospitais, boas Escolas, etc. Há não serem as atividades
das iniciativas privadas. Vejam as Estradas, só estão
boas nas mãos da iniciativa privada. Bem, como as melhores
Escolas, e produções de bens para as populações
brasileiras e para o resto do mundo. Geraldo Porci de Araújo.
14/12/07.
PLANEJAMENTO FAMÍLAR
O melhor para um casal seria antes de tudo, fazer um estudo das suas
situações, por que a união do homem e mulher
como é inevitável, principalmente através de
um casamento de bom senso como é do homem com a mulher, quando
se une é para sempre, nos subconscientes vem logo o desejo
de terem filhos, que é normal onde aumentam as necessidades
de um planejamento, de quantos filhos vão ter e como vão
criá-los e educá-los. Esse planejamento deve incluir
o estado de saúde do casal, bem como as situações
financeiras para evitar transtornos futuros e a necessidade de recorrerem
aos abortos. Deixando o aborto para ultimo caso, um caso de extrema
necessidade.
Com o advento dos divórcios no Brasil, a confusão reina
em muitos lares aparentemente unidos as cenas de ofensas cotidianas
que entre si provocam até mesmo os que amam. Infelizmente nem
todos querem discutir esse assunto, o que querem é partir para
o aborto como solução. Antigamente os abortos eram provocados
por falta de recursos tanto monetários como a falta de saúde
mental, agora as mulheres querem abortar por simples vaidades. Os
casais se sentando para conversar sobre o assunto chegaram a um acordo
no que se refere a quantidade de filhos que querem ter. Não
havendo por tanto a necessidade de abortar. O aborto é crime
contra inocentes, que não pediram para ser gente, e muito menos
entraram no útero por vontade própria. Para um bom planejamento
familiar, seria melhorar distribuição de fonte de trabalhos,
para melhorar as finanças, dos menos favorecidos, e ou o poder
público investir melhor na saúde pública, distribuindo
os preservativos, sem demagogias políticas com uma boa instrução,
não nas escolas, por que quem freqüenta as escolas são
infantis, que não tem a noção do que significa
instruções sexuais. Um fato berrante é a iniciativa
de levarem as escolas doutrinas sexuais, para iniciação
do principio da prostituição infantil e juvenil, depois
querem acabar com a prostituição infanto-juvenil. Muda
de rumo governo! Ou querem transformar o Brasil, em um pú...
Oficial?
Geraldo Porci de Araújo. 14/12/07.
BRASIL E VENEZUELA VERSOS ANISTIADOS POLÍTICOS
Os brasileiros devem estar muito contentes com o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, pelos bons negócios realizados com o Senhor
Hugo Chavez, Presidente da Venezuela e com Evo Morales Presidente
da Bolívia. No que refere aos investimentos na área
de Petróleo e Gás dando incentivo ao desenvolvimento
dos Países e estimulando a criação de empregos
para aquela gente.
O Presidente da Bolívia, já mostrou suas forças
dando tapas nos rostos dos brasileiros, via Lula, invadindo as propriedades
da Petrobras, quando nacionalizou
Será que os brasileiros não merecem esse tipo de investimento?
As Autoridades brasileiras estão preocupadas com o progresso
dos bandidos. Propondo os bandidos, invadirem as áreas de empresas
industriais, que aumentam as fontes de empregos para os brasileiros,
por que o governo diz que não tem recursos suficientes, para
empreender fonte de empregos. Como tem recursos para investir em outros
Países? E tem para incentivar as guerrilhas urbanas, com os
adestrados, para assaltarem Bancos e provocarem assassinatos em todo
o Brasil, com o desempenho das drogas e os falsos trabalhadores rurais
com pechas sem terras, os tais de MST, que são os guerrilheiros
rurais, bem como incentivar os atritos entre todos brasileiros, provocando
os crimes do racismo, como o tal processo de cotas para negros, e
descendentes provocando assim a instituição do racismo,
que é proibido pela Constituição Federal, com
também o levantamento de áreas que no passado tão
longe, inicio da colonizarão do Brasil, pelos Portugueses.
Umas inquietações desnecessárias entre os brasileiros,
que já misturaram os tipos sagüirus, ninguém mais
sabe que é de origens negras e de branco puras, (Europeu).
“Via INCRA, e a criação da Fundação
Palmares agora o racismo com a criação do quilombola
aumentando incitamento à revolta, resultando em invasões
de propriedades e desrespeito às decisões judiciais”.
O racismo quilombola.
Para aumentar os problemas para os brasileiros, os anistiados políticos
não querem pagar previdenciárias, Imposto de Renda,
e fiscais ou quaisquer descontos em seu crédito incidentes
sobre os valores pagos a título de indenização
a esse grupo, (ou quaisquer descontos previdenciários e fiscais
em seu crédito, de acordo com a Lei nº 10.559/2002. A
lei, que regulamentou o Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias na parte relativa aos anistiados políticos,
prevê a isenção das contribuições
previdenciárias e de Imposto de Renda incidentes sobre os valores
pagos a título de indenização a esse grupo. Também
ficou claro e evidente, segundo o acórdão, o descumprimento
da Lei nº 10.559/2002.) como escreve Nelson Ramos Barreto, A
Revolução Quilombola “Não se trata de igualar
os direitos para todas as raças, mas de fazer uma divisão,
um verdadeiro Apartheid, separando os negros em seus direitos à
educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer,
à cultura, e em todos os demais, como se isso já não
fosse garantido na Constituição a todos os brasileiros
sem distinção de raça” (pg. 33). Um desses
projetos segregacionistas já em vigor é o sistema de
“cotas raciais”, em que estudantes têm direito a
ingressar na universidade por conta apenas da cor de sua pele negra
ou nem tão negra assim. Autoria compartilhada: Geraldo Porci
de Araújo. 19/12/07
CPMF
Na década de 90, foi criado a Contribuição Provisória
de Movimentação Financeira, CPMF. Que nada tinha e não
têm, haver com o sistema de serviço de Saúde.
Caso fosse para Saúde, não seria CPMF, e sim Contribuição
Provisória para o Ministério da Saúde, CPMS.
Por isso que não estava servindo de nada para a Saúde,
e sim para as maracutaias dos maus políticos, e maus funcionários
terem mais uma fonte de renda para se locupletarem.
Os brasileiros usuários do sistema de Saúde Públicas,
anteriores a constituição da CPMF, supostamente para
a Saúde, ao invés de melhorar, o sistema de Saúde,
que antes vinha funcionando 70% bem. Morria um por cada mil pelos
corredores dos Hospitais, hoje pelo os dados publicados na imprensa,
morre 10 em cada mil pacientes nos corredores dos Hospitais. Os que
morriam, eram aqueles que já estavam muito graves, quando foram
levados aos Hospitais, para ver se havia uma solução,
de um problema natural que todos acreditam, em quanto houver esperança
haverá soluções de uma pessoa se salvar quando
está doente, porque ninguém perde a esperança
de não ter mais solução, a não ser o pro
diagnóstico de especialista. Médico. Como um acidente,
fatal que ninguém espera.
Sabem por que os políticos mudaram as eficiências das
leis? Massa de manobras dos maus políticos na década
de 80, quando houve, por interesse dos políticos a descaracterizaram
das eficiências Leis, de segurança. Pelo o que parece.
A criação da CPMF foi para quando alguém deles
fossem presos, não ficarem atrás das grades. Que pelo
o que se sabe. Caso de prisão de todos os ladrões políticos
fossem presos aumentariam o numero de doentes e como o sistema de
Saúde anda arrastando como hoje, não teria recursos
para todos que fossem enquadrados como todos os maus feitores que
ficam a traz das grades como ficavam antes. Hoje os maus feitores
também não ficam mais atrás das grades! Não
cumpre os castigos dados pelos os Juízes, modificaram e criaram
alternativas para os infratores cumprir um sexto da pena; podendo
ficar em regime especial de sala livres. Aqueles de bons comportamentos
poderão até serem absolvidos, por tanto; foram beneficiados
com os afrouxamentos das Leis. Todos nós e de boas condutas
sabemos que quem aprontam quaisquer delitos graves, não ficaram
muito tempo sem praticar os mesmos delitos ou piores, caso não
cumpram os tempos determinados pela Justiça, mesmo assim ainda
há aqueles que não tem outras alternativas se não
prisão perpetua. Principalmente os de furtos e roubos, latrocínios,
que é furtos seguidos de mortes; e terroristas assassinos,
comandados por políticos.
O mais grave, foi o pronunciamento do Presidente Luiz Inácio
Lula da Silva por ocasião do cancelamento da CPMF, que diz:
a não prorrogação da CPMF vai acarretar diminuição
nos programas sociais, e na Saúde, então vai acabar
com o sistema de Saúde. Sem outros. A sociedade por causa do
desfalque de quarenta e dois bilhões da CPMF. Ora, o dinheiro
da CPMF, nunca foi crido para socorrer outros setores, da administração
e muito menos da Saúde.
Por isso que os maus políticos da Câmara dos Deputados
e uma boa parte dos Senadores queriam aprovarem a prorrogação
da CPMF, para não perder as tetas dos povos, conforme as evidências
em andamentos, no Supremo Tribunal Federal, STF, em busca dos corruptos
para não tirar os direitos dos povos, de receberem em trocas
dos pagamentos dos impostos, um tratamento de suas saúdes e
de seus familiares quando houver necessidades, receberem quando for
precisos, e necessários, serem servidos nas suas necessidades,
como a Saúde. Seguranças de vidas nas zonas urbanas,
corrigindo os defeitos com dos bens com reparos das vias públicas,
por onde mais provocam enfermidades; combaterem as malandragens, os
assaltos, os assassinatos dando tranqüilidades à população
nos meios Rurais, como socorro com os agricultores, evitando assaltos
e os furtos e roubos dos bens; assassinatos seguidos de mortes dos
trabalhadores e proprietários; tanto urbanos quanto rurais.
O nosso programa chama - se, Salada Indigesta, para os políticos
e não culinária. Presidente e Congressistas! Quanto
mais o governo tirar o dinheiro do povo, através dos impostos,
mais misérias terão os brasileiros. Geraldo Porci de
Araújo. 26/12/07.
MONOPOLIO
Todos os brasileiros com mais de 50 anos e com boas ações
no Brasil, sabem que os ditos monopólios em quaisquer lugares
não são bem vindos, e bem vistos e são condenados
pela a população, principalmente os monopólios
dos poderes públicos, por onde se vê as maiorias dos
maus políticos e maus funcionários públicos,
onde muitos deles, em especial os Chefes, supostos donos do poder
não dão, os não Chefes, as oportunidades aqueles
que não galgam os acessos dos postos de Chefias, não
têm o poder de afanar bens públicos, não por incapacidades,
em sim, por não terem acessos aos bens mais frágeis
e sem valores, e muito longe dos bens, como o dinheiro e móveis
e também não pensam em praticar atos de sujeições
aos usuários, servidores de poucas influencias, por onde passam
são limitados nos direitos e sem recursos, e não conta,
inclusive, com apoio, de alguém do poder Judiciário,
por considerarem ser, entre aspas, protetor dos bens públicos.
No monopólio dos bens públicos, há vícios
muitos conhecidos, que é a insuficiências de execuções
das conservações dos bens públicos. Muitos dessas
insuficiências têm nome, a corrupção. E
quando são chamados para correções, vem logo
à resposta: não estou preocupado com isso, eu quero
é o meu no fim do mês. Eles não podem me mandar
e me despedir, eu sou concursado. E tem mais. Convocam toda a população
para “fazer o tal concurso, os que vão ser contratados,
já foram escolhidos. O resto é para enganar a população.
E com isso se o povo tiver algumas obras: com Ruas, Estradas, Escolas,
Hospitais e Seguranças Públicas e outros bens defeituosos
de corrigirem terão que recorrerem às iniciativas privadas.
E têm mais! Os Garis contratados, só trabalham duas ou
três semanas, desaparecem! Sabem para onde foram? Para os gabinetes
e outros a fazeres, menos cuidar das Ruas. Aí é que
bicho pega nas questões. Nas licitações há
uma outra questão. Quando são contratados por aqueles
que são os famosos secretários de governos, que são
os subornados, com os subfaturamentos e nas morosidades das Obras,
com os apêndices nos Contratos, onde ficam fixadas as percentagens
das paralisações, muitas das vezes por caprichos visando
às propinas, entre linhas com o nome de cortesias. Vejamos
mais alguns dos exemplos: no poder público, as empresas de
grandes arrecadações, há certas quantias destinadas
à famosa quota de faturamentos dos lucros, divididos entre
eles, como quota de participações nos lucros. O que
é abominável, são os modos de cálculos
e por quem. São os Chefes os Julgadores, parte interessada
nas fatias julgada pelos os supostos protetores do controle dos bens
públicos, sem interesses do progresso do país. Só
visam à fatia oriunda dos Impostos e os bens da iniciativa
privada, com o falso socialismo.
Para serem socialistas, não é necessariamente desapropriar,
os patrimônios particulares não podem serem fechados
como monopólio por que o monopólio é condenado
pelas iniciativas, privadas que tem como principio os desenvolvimentos
do país, em benefícios já feito pelas as iniciativas
privadas dos passados e não aumentar as vistas contra os progressistas
do País.
Os monopólios públicos que só servem aos caciques
que aumentam as dificuldades das populações, em todos
os sentidos. Tendo como exemplo certos países do mundo velho,
e do Caribe, onde existem milhares de seres humanos vivendo nas sujeições
e com dificuldades de adquirir seus próprios bem, bem como
os direitos de irem e virem livremente.
Os monopólios das iniciativas privadas não têm
as mesmas influencias e as intervenções nos direitos
de posse, de alimentar como bem entende, os direitos de ir e vir dos
seres humanos. Tiram uma base, onde a iniciativas privadas trabalham:
como as Estradas, Uma maravilha E tem mais! Os tendenciosos, são
contra as terceirizações nos serviços públicos,
sabes por quê? Para encaixar os apadrinhados, essas gentes deveriam
serem mais conscientes nessas atividades, porque no Brasil, não
somos todos letrados. No meio dessas gentes que trabalham nas terceirizações,
tem gente que precisam sobreviverem dos seus próprios trabalhos,
para evitar que o poder público tenha que distribuírem
para eles as migalhas, como está acontecendo hoje no Brasil.
os governos de hoje, se sentem bem com essas distribuições.
Por que entre eles estão os eleitores, que votam, mas não
podem ser votados. (e com isso compram os votos). Ainda bem, para
não elegeres incompetentes. Bastam os incompetentes de hoje,
que só querem os dinheiros dos povos e nada mais. A onde estado
cuidados com os dinheiros públicos? Serviços públicos
é mesmo uma decepção. E, sabem o porquê
disso tudo? São as instruções partidas do quanto
pior melhor. Há um ditado que diz: a onde só tem cegos,
quem têm o olho é Rei. Geraldo Porci de Araújo.
29/12/07.
MESMO “EU” PERMANEÇO
Nos tempos pós-conciliares apareceram muitos
teólogos, querendo romper com a tradicional explicação
da composição do ser humano em corpo e alma. Começaram
a alegar que nós, os humanos, seríamos uma unidade tão
completa, que não haveria a mínima chance para uma separação
entre alma e o corpo, na morte. Desde os filósofos gregos,
acompanha a mentalidade cristã a idéia desse composto
humano (matéria e espirito), único e todo o universo.
A filosofia antiga chamava o homem de “microcosmo”, por
ser o resumo mais cabal de todas as realidades possíveis de
existir. As novas teologias, tentando ultrapassar as dificuldades
e as obscuridades dessa explicação, e mantendo a fé
na vida eterna, ousaram inovar. Afirmaram que não existem no
homem duas realidades compostas (alma e corpo). Mas que o ser humano
é um conjunto único. Ao morrer – com grande generosidade
o afirmavam – os humanos recebem imediatamente a graça
da ressurreição.
Mas aos poucos a boa lógica volta. Agora, talvez, com melhores
explicações. Afirma-se, sim, que o nosso corpo vai mudando
as células todas, durante a vida. A matéria é
periodicamente substituída. Assim mesmo, o corpo é algo
que me dá identidade.se eu dou meu currículo de vida,
eu dou data de nascimento, filiação, estudos , aperfeiçoamento.
Meu corpo me dá relações de nascimento, de parentesco,
de comunidade religiosa. Mas ele termina, com a morte. O que há
em nós de imperecível é a alma. Ela sempre é
idêntica a si mesma.o nosso “eu” atravessa todas
as vicissitudes da vida, e até a morte. E Deus, nosso sábio
Pai, nos fez para sermos eternos. Pó isso Ele nos ama. E o
amor é assim: ou é eterno, ou não é amor.
O salmista descobre a sobrevivência após a morte: “Não
abandonarás minha vida no sepulcro, nem deixará que
teu santo experimente a corrupção” (SI 16, 10).
O salmista entende que a comunicação com Deus é
mais forte do que a destruição do corpo: “Quando
a mim, estarei sempre contigo...estar junto de Deis é o meu
bem” (SI 73, 23). O amor exige eternidade. A anciã da
imortalidade supera o eu, para buscar uma comunidade com o tu, que
é o mistério infinito do amor.estar com o Pai é
a plenitude do mistério da vida.
Artigo publicado no Jornal de Uberaba/MG, por Dom Aloísio Roque
Oppermann que é arcebispo metropolitanos de Uberaba. Geraldo
Porci de Araújo. 28/12/07.
A ONDE ESTÁ A DEMOCRACIA
A onde está a democracia, e os direitos dos brasileiros, em
relação aos seus arquivos bancários? Pelo o que
parece, a democracia só funciona, para defender os bandidos,
como os maus políticos ladrões e os próprios
outros políticos. Que aprontam e não tem os seus arquivos
revelados a ninguém.
Os presos são brindados por ocasião de suas prisões,
de acordo com normas das leis adulteradas em benefícios dos
maus brasileiro, não podem mostrar os rostos ao público,para
não serem reconhecidos. Mas o povo pode e deve mostrar as suas
propriedades para os outros tomarem conhecimentos, para quando os
motins terminarem, ficarem as disposições dos outros
bandidos, pretendentes.
Os proprietários de bens monetários não podem
possuir, e movimentar, mais de Cinco Mil Reais. R$ 5. 000,00, os de
pessoas físicas e as pessoas Jurídicas, mais de Dez
Mil Reais.
R$ 10. 000,00, que de seis em seis meses serão levados ao público
e descontados os equivalentes os descontos pela a CPMF.
O governo só pensa em tirar dos povos brasileiros, os recursos
que poderia servir de investimento no Brasil, e aumentar a arrecadação
para os governos, e os políticos de quaisquer áreas
da política.
Agora estão vindos por aí o que fora agendada no Tribunal
de Justiça Federal, que são a Lei complementar n°.
105, de 10 de janeiro de 2002, e ao Decreto 4.4879, de 28 de novembro
de 2002. Decorrido todo esse tempo, ainda na fora apreciados.
E tem mais, os descontos da CPMF, só será a partir de
dois (2) de janeiro de 2008, data também marcada para entrar
em vigor a data de contagem para que sejam descontado também
nos movimentos bancários, pelos dados fornecidos pelos os Bancos,
a Receita Federal.
Será que isso se pode dizer democracia, onde povos brasileiros
trabalhadores são perseguidos e acompanhados os seus atos pelos
governos no Brasil? Está mais parecendo uma cuba, onde todo
que os cubanos comem, são racionados. Abrem os olhos brasileiros.
As eleições estão chegando.
Esperamos que as autoridades e a imprensa deve se alertarem para evitar
os caos. Exemplos já temos. Vejam o que ocorreu com a Petrobras
na Bolívia. E esta vindo por aí novos negócios
com a Bolívia e com a Venezuela. A menos que se interessam
pelos os fatos. Coitados das crianças e jovens de hoje. No
futuro. Vamos pedir a Deus que eles não sejam judiados pelos
os ditadores do proletariados.Geraldo Porci de Araújo. 29/12/07.
A HERÓICA E DESPREZADA BATALHA DA BORRACHA
Sem ter sido um episódio propriamente militar,
a tentativa de ampliar dramaticamente a produção brasileira
de borracha foi um projeto governamental que recebeu apoio técnico
e financeiro dos norte-americanos em guerra contra o eixo Roma, Berlim
e Tóquio. por Marcus Vinicius Neces Os nordestinos recrutados
para trabalhar nos seringais foram chamados de "soldados da borracha",
mas jamais receberam soldo nem medalhas.
De repente, em plena Segunda Guerra, os japoneses cortaram o fornecimento
de borracha para os Estados Unidos. Como resultado, milhares de brasileiros
do Nordeste foram enviados para os seringais amazônicos, em
nome da luta contra o nazismo. Essa foi a Batalha da Borracha, um
capítulo obscuro e sem glória do nosso passado, ainda
vivo na memória dos últimos e ainda abandonados sobreviventes.
No final de 1941, os países aliados viam o esforço de
guerra consumir rapidamente seus estoques de matérias-primas
estratégicas. E nenhum caso era mais alarmante do que o da
borracha. A entrada do Japão no conflito determinou o bloqueio
definitivo dos produtores asiáticos de borracha. Já
no princípio de 1942, o Japão controlava mais de 97%
das regiões produtoras do Pacífico, tornando crítica
a disponibilidade do produto para a indústria bélica
dos aliados.
A conjunção desses acontecimentos deu origem no Brasil
à quase desconhecida Batalha da Borracha. Uma história
de imensos sacrifícios para milhares de trabalhadores que foram
para a Amazônia e que, em função do estado de
guerra, receberam inicialmente um tratamento semelhante ao dos soldados.
Mas, ao final, o saldo foi muito diferente: dos 20 mil combatentes
na Itália, morreram apenas 454. Entre os quase 60 mil soldados
da borracha, porém, cerca da metade desapareceu na selva amazônica.
Os Acordos de Washington Quando a extensão da guerra ao Pacífico
e ao Índico interrompeu o fornecimento da borracha asiática,
as autoridades americanas entraram em pânico. O presidente Roosevelt
nomeou uma comissão para estudar a situação dos
estoques de matérias-primas essenciais para a guerra. E os
resultados obtidos por essa comissão foram assustadores: "De
todos os materiais críticos e estratégicos, a borracha
é aquele cuja falta representa a maior ameaça à
segurança de nossa nação e ao êxito da
causa aliada (...) Consideramos a situação presente
tão perigosa que, se não se tomarem medidas corretivas
imediatas, este país entrará em colapso civil e militar.
A crueza dos fatos é advertência que não pode
ser ignorada." (Comissão Baruch) As atenções
do governo americano se voltaram então para a Amazônia,
grande reservatório natural de borracha, com cerca de 300 milhões
de seringueiras prontas para a produção de 800 mil toneladas
de borracha anuais, mais que o dobro das necessidades americanas.
Entretanto, naquela época, só havia na região
cerca de 35 mil seringueiros em atividade com uma produção
de 16 mil a 17 mil toneladas na safra de 1940-1941. Seriam necessários,
pelo menos, mais 100 mil trabalhadores para reativar a produção
amazônica e elevá-la ao nível de 70 mil toneladas
anuais no menor espaço de tempo possível.
Para alcançar esse objetivo, iniciaram-se intensas negociações
entre as autoridades brasileiras e americanas, que culminaram com
a assinatura dos Acordos de Washington. Como resultado, ficou estabelecido
que o governo americano passaria a investir maciçamente no
financiamento da produção de borracha amazônica.
Em contrapartida, caberia ao governo brasileiro o encaminhamento de
grandes contingentes de trabalhadores para os seringais - decisão
que passou a ser tratada como um heróico esforço de
guerra. No papel, o esquema parece simples, mas a realidade mostrou-se
muito mais complicada quando chegou o momento de colocá-lo
em prática.
A Batalha da Borracha Para o governo brasileiro era uma oportunidade
para mitigar alguns dos mais graves problemas sociais brasileiros.
Somente em Fortaleza, cerca de 30 mil flagelados da seca de 1941-1942
estavam disponíveis para ser enviados imediatamente para os
seringais. Mesmo que de forma pouco organizada, o DNI (Departamento
Nacional de Imigração) ainda conseguiu enviar quase
15 mil pessoas para a Amazônia, durante o ano de 1942, metade
das quais homens aptos ao trabalho nos seringais.
Aqueles eram os primeiros soldados da borracha. Simples retirantes
que se amontoavam com suas famílias por todo o nordeste, fugindo
de uma seca que teimava em não acabar e os reduzia à
miséria. Mas aquele primeiro grupo era, evidentemente, muito
pequeno diante das pretensões americanas.
O problema era a baixa capacidade de transporte das empresas de navegação
dos rios amazônicos e a pouca disponibilidade de alojamento
para os trabalhadores em trânsito. Mesmo com o fornecimento
de passagens do Lloyd, com a abertura de créditos especiais
pelo governo brasileiro e com a promessa do governo americano de pagar
US$ 100 por um novo trabalhador instalado no seringal, as dificuldades
eram imensas e pareciam intransponíveis. Isso só começou
a ser solucionado em 1943 por meio do investimento maciço que
os americanos realizaram no Snapp (Serviço de Navegação
e Administração dos Portos do Pará) e da construção
de alojamentos espalhados ao longo do trajeto percorrido pelos soldados
da borracha.
Para acelerar ainda mais a transferência de trabalhadores para
a Amazônia e aumentar significativamente sua produção
de borracha os governos americano e brasileiro encarregaram diversos
órgãos do gerenciamento do programa. Pelo lado americano
estavam envolvidas a RDC (Rubber Development Corporation), a Board
of Economic Warfare, a RRC (Rubber Reserve Company), a Reconstrucction
Finance Corporation e a Defense Supllies Corporation. Pelo lado brasileiro,
foram criados o Semta (Serviço Especial de Mobilização
de Trabalhadores para a Amazônia), depois substituído
pela Caeta (Comissão Administrativa de Encaminhamento de Trabalhadores
para a Amazônia), a Sava (Superintendência do Abastecimento
do Vale Amazônico) e o BCB (Banco de Crédito da Borracha),
entre outros. Esses novos órgãos, em muitos casos, se
sobrepunham a outros já existentes, como o DNI, e não
é preciso muito esforço para imaginar o tamanho da confusão
oficial que se tornou o empreendimento.
A ilusão do paraíso Em todas as regiões do Brasil,
aliciadores tratavam de convencer trabalhadores a se alistar como
soldados da borracha e, assim, auxiliar a causa aliada. Alistamento,
recrutamento, voluntários, esforço de guerra tornaram-se
termos comuns no cotidiano popular. A mobilização de
trabalhadores para a Amazônia coordenada pelo Estado Novo foi
revestida por toda a força simbólica e coercitiva que
os tempos de guerra possibilitavam.
No nordeste, de onde deveria sair o maior numero de soldados, o Semta
convocou padres, médicos e professores para o recrutamento
de todos os homens aptos ao grande projeto que precisava ser empreendido
nas florestas amazônicas. O artista suíço Chabloz
foi contratado para produzir material de divulgação
acerca da "realidade" que os esperava. Nos cartazes coloridos
os seringueiros apareciam recolhendo baldes de látex que escorria
como água de grossas seringueiras. Todo o caminho que levava
do sertão nordestino, seco e amarelo, ao paraíso verde
e úmido da Amazônia estava retratado naqueles cartazes
repletos de palavras fortes e otimistas. O slogan "Borracha para
a Vitória" tornou-se o emblema da mobilização
realizada por todo o nordeste.
Espalhadas pelas esquinas, nas paredes das casas e nos bares, a colorida
propaganda oficial garantia que todos os trabalhadores teriam passagem
grátis e seriam protegidos pelo Semta. Histórias de
enriquecimento fácil circulavam de boca em boca. "Na Amazônia
se junta dinheiro com rodo." Os velhos mitos do Eldorado amazônico
voltavam a ganhar força no imaginário popular. O paraíso
perdido, a terra da fartura e da promissão, onde a floresta
era sempre verde e a seca desconhecida. Os cartazes mostravam caminhões
carregando toneladas de borracha colhidas com fartura pelos trabalhadores.
Eram imagens coletadas por Chabloz nas plantações da
Firestone na Malásia, sem nenhuma conexão com a realidade
que esperava os trabalhadores nos seringais amazônicos. Afinal
de contas, o que os flagelados teriam a perder? Quando nenhuma das
promessas e quimeras funcionavam, restava o milenar recurso do recrutamento
forçado de jovens. A muitas famílias do sertão
nordestino foram oferecidas somente duas opções: ou
seus filhos partiam para os seringais como soldados da borracha ou
então deveriam seguir para o front na Europa, para lutar contra
os fascistas italianos e alemães. É fácil entender
que muitos daqueles jovens preferiram a Amazônia. Os caminhos
da guerra Ao chegar aos alojamentos organizados pelo Semta, o trabalhador
recebia um chapéu, um par de alpargatas, uma blusa de morim
branco, uma calça de mescla azul, uma caneca, um talher, um
prato, uma rede, cigarros, um salário de meio dólar
por dia e a expectativa de logo embarcar para a Amazônia. Os
navios do Loyd saíam dos portos nordestinos abarrotados de
homens, mulheres e crianças de todas as partes do Brasil. Primeiro
rumo ao Maranhão e depois para Belém, Manaus, Rio Branco
e outras cidades menores nas quais as turmas de trabalhadores seriam
entregues aos "patrões" (seringalistas) que deveriam
conduzi-los até os seringais onde, finalmente, poderiam cumprir
seu dever para com a pátria. Aparentemente, tudo muito organizado.
Pelo menos diante dos olhos dos americanos, que estavam nos fornecendo
centenas de embarcações e caminhões, toneladas
de suprimentos e muito, muito dinheiro. Tanto dinheiro que sobrava
para desperdiçar ainda em mais propaganda. E esbanjar em erros
administrativos que faziam, por exemplo, uma pequena cidade do sertão
nordestino ser inundada por um enorme carregamento de café
solicitado não se sabe por quem. Ou possibilitar o sumiço
de mais de 1.500 mulas entre São Paulo e o Acre. Na verdade,
o caminho até o eldorado amazônico era muito mais longo
e difícil do que poderiam imaginar tanto os americanos quanto
os soldados da borracha. A começar pelo medo do ataque de submarinos
alemães que se espalhava entre as famílias amontoadas
a bordo dos navios do Loyd, sempre comboiados por caça-minas
e aviões de guerra. A memória de quem viveu aquela experiência
ficou marcada por aqueles momentos em que era proibido até
acender fósforos ou mesmo falar. Tempos de medo que estavam
só começando.
A partir do Maranhão, não havia um fluxo organizado
de encaminhamento de trabalhadores para os seringais. Freqüentemente
era preciso esperar muito, antes que as turmas tivessem oportunidade
de seguir viagem. A maioria dos alojamentos que recebiam os imigrantes
em trânsito eram verdadeiros campos de concentração,
em que as péssimas condições de alimentação
e hi¬giene destruíam a saúde dos trabalhadores,
antes mesmo que tentassem o primeiro corte nas seringueiras. Não
que faltasse alimento. Havia comida, e muita. Mas era intragável,
tão ruim e mal preparada que era comum ver as lixeiras dos
alojamentos cheias enquanto as pessoas adoeciam de fome. Muitos alojamentos
foram construídos em lugares infestados pela malária,
febre amarela e icterícia. Surtos epidêmicos matavam
dezenas de soldados da borracha e seus familiares nos pousos de Belém,
Manaus e outros portos amazônicos. Ao contrário do que
afirmava a propaganda oficial, o atendimento médico inexistia,
e conflitos e toda sorte se espalhavam entre os soldados já
quase derrotados.
A desordem era tanta que muitos abandonaram os alojamentos e passaram
a perambular pelas ruas de Manaus e outras cidades, buscando um modo
de retornar a sua terra de origem ou de pelo menos sobreviver. Outras
tantas revoltas paralisaram alguns "gaiolas" (navios fluviais)
em plena viagem, diante das notícias alarmantes sobre a insuportável
vida nos seringais. Eram pequenos motins rapidamente abafados pelos
funcionários da Snapp ou da Sava. As viagens apareciam, então,
como caminhos sem volta.
Uma nova forma de escravidão Os que conseguiam efetivamente
chegar aos seringais, depois de três ou mais meses de viagem,
já sabiam que suas dificuldades estavam apenas iniciando. Os
recém-chegados eram tratados como "brabos" - aqueles
que ainda não sa¬biam cortar seringa e cuja produção
no primeiro ano era sempre muito pequena. Só a partir do segundo
ano de trabalho o seringueiro era considerado "manso".
Mesmo assim, desde o momento em que era escolhido e embarcado para
o seringal, o brabo já começava a acumular uma dívida
com o patrão. O mecanismo de prender o trabalhador por meio
de uma dívida interminável foi chamado de "sistema
de aviamento". Essa dívida crescia rapidamente, porque
tudo que se recebia no seringal era cobrado. Mantimentos, ferramentas,
tigelas, roupas, armas, munição, remédios, tudo
enfim era anotado na sua conta corrente. Só no fim da safra,
a produção de borracha de cada seringueiro era abatida
do valor de sua dívida. Mas o valor de sua produção
era, quase sempre, inferior à quantia devida ao patrão.
E não adiantava argumentar que o valor cobrado pelas mercadorias
no barracão do seringalista era cinco ou mais vezes maior do
que aquele praticado nas cidades: os seringueiros eram proibidos de
vender ou comprar em qualquer outro lugar. Os soldados da borracha
descobriam que, no seringal, a palavra do patrão era lei. Os
financiadores americanos insistiam em não repetir os abusos
do sistema de aviamento que caracterizara o primeiro ciclo da borracha.
Na prática, entretanto, o contrato de trabalho assinado entre
seringalista e soldado da borracha quase nunca era respeitado. A não
ser para assegurar os direitos dos seringalistas. Como no caso da
cláusula que impedia o seringueiro de abandonar o seringal
enquanto não saldasse sua dívida com o patrão,
o que tornava a maioria dos seringueiros verdadeiros escravos, prisioneiros
das "colocações de seringa" (unidades de produção
de látex em que estavam instalados). Todas as tentativas de
implantação de um novo regime de trabalho, bem como
o fornecimento de suprimentos diretamente aos seringueiros, fracassaram
diante da pressão e do poderio das "casas avia¬doras"
(fornecedores de suprimentos) e dos seringalistas que dominavam secularmente
o processo da produção da borracha na Amazônia.
Uma guerra que não terminou Mesmo com todos os problemas enfrentados
(ou provocados) pelos órgãos encarregados da Batalha
da Borracha, cerca de 60 mil pessoas foram enviadas para os seringais
amazônicos entre 1942 e 1945. Desse total, quase a metade acabou
morrendo em razão das péssimas condições
de transporte, alojamento e alimentação durante a viagem.
Como também pela absoluta falta de assistência médica,
ou mesmo em função dos inúmeros problemas ou
conflitos enfrentados nos seringais.
Ainda assim o crescimento da produção de borracha na
Amazônia nesse período foi infinitamente menor do que
o esperado. O que levou o governo americano, já a partir de
1944, a transferir muitas de suas atribuições para órgãos
brasileiros. E tão logo a Guerra Mundial chegou ao fim, no
ano seguinte, os EUA se apressaram em cancelar todos os acordos referentes
à produção de borracha amazônica. O acesso
às regiões produtoras do Sudeste Asiático se
achava novamente aberto e o mercado internacional logo se normalizaria.
Terminava a Batalha da Borracha, mas não a guerra travada pelos
seus soldados. Imersos na solidão de suas colocações
no interior da floresta, muitos deles nem sequer foram avisados de
que a guerra tinha terminado, e só viriam a descobrir isso
anos depois. Alguns voltaram para suas regiões de origem exatamente
como haviam partido, sem um tostão, no bolso ou pior, alquebrados
e sem saúde. Outros aproveitaram a oportunidade de criar raízes
na floresta e ali construir suas vidas. Poucos, muito poucos, conseguiram
tirar algum proveito econômico daquela batalha incompreensível,
aparentemente sem armas, sem tiros e que produziu tantas vítimas.
Pelo menos uma coisa todos os soldados da borracha, sem exceção,
receberam. O descaso do governo brasileiro, que os abandonou à
própria sorte, apesar de todos os acordos e das promessas repetidas
antes e durante a Batalha da Borracha. Só a partir da Constituição
de 1988, mais de 40 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial,
os soldados da borracha ainda vivos passaram a receber uma pensão
como reconhecimento pelo serviço prestado ao país. Uma
pensão irrisória, dez vezes menor que a pensão
recebida por aqueles que foram lutar na Itália. Por isso, ainda
hoje, em diversas cidades brasileiras, no dia 1º de maio os soldados
da borracha se reúnem para continuar a luta pelo reconhecimento
de seus direitos. A comparação é dramática:
dos 20 mil brasileiros que lutaram na Itália, morreram somente
454 combatentes. Entre os quase 60 mil soldados da borracha, porém,
cerca da metade morreu durante a guerra.
Marcus Vinicius Neces é historiador e iretor do Departamento
de Patrimônio Histórico e Cultural do Estado do Acre.
Autoria: Marcus Vinicius Neces 15/12/07.
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