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FICÇÃO POLÍTICA


Os políticos, brasileiro, (não são todos, é claro, que são corruptos). Quando candidatam para as próximas eleições, não tem nenhuma postura de acanhamento para com os eleitores. Alegam que sendo eleitos, cumprirão todas as promessas e todo o mais dito ao povo e também que não medirão esforços para serem transparentes com a população. Prometem o que não têm, e o que não sabem se terão como realizar, de melhorias para a população. Querem sim, é satisfazer os seus egos levando expectativas aos eleitores, com falsas melhorias, depois, se eleitos e as promessas não cumpridas passam a serem vistos como “entulho da sociedade” brasileira no ambiente de trabalho, não passando mais do que uns teleguiados, para aprovar projetos oriundos do poder executivo. Muitos deles são aumentos dos tributos para as populações, que pagam os bi-tributos e até tri-tributos..., como acontecem com os proprietários de imóveis, e de carros e quem trabalha com cheques, que pagam os tributos encima de tributos, se não querem ser presos e deserdados pelo estado.
Dentre as promessas, podemos citar o bom sistema de Saúde pública para todos os brasileiros. Mas no decorrer dos tempos, os governos dizem não haver verbas para ampliar os benefícios prometidos aos eleitores, de uma boa saúde, alegando falta de recursos para saúde. Mas há recursos para contratar mais funcionários, com altos salários. E não havendo recursos para modernizar e expandir o sistema de saúde pública, não haverá necessidades de contratar mais funcionários. Com que dinheiro são eles pagos?
No que se refere à saúde pública, há uma outra situação, de graves conseqüências, que são as dos médicos que fazem movimentos, prejudicando a população de um geral. Sabes o que acontece? Tudo indica que se trata de corporativismos dos médicos, em razão das funções de médicos e não o cumprimento da missão para que foram contratados e o dever do juramento. Essa massa de manobra dos médicos, não tem outra, a não ser, forçar a população a procurar os consultórios particulares, que não têm nada de errado, a não ser os custos da consultas, mais os remédios (consulta não cura enfermidades), os seus custos impedem os pacientes de comprar os medicamentos. Os Planos de saúde em si não evitam que os segurados adoeçam. Porém quando adoecem, têm dificuldades em serem atendidos. Não somos contra a iniciativa privada, somos contra os custos, e os não atendimentos completos das enfermidades.
E os velhos discursos políticos, em torno da escola (educação), por ocasião das eleições (Os eleitores mais uma vez acreditam nas promessas, dos mesmos candidatos)? E o povo ainda diz que ruim por ruim, que fiquem os mesmos, assim os reelegendo. Mesmo sabendo de suas ineficiências o governo si arma para aumentar o seu núcleo comprando votos com o tal programa de benefícios aos pobres, de benefícios aos mais necessitados, e com isso arrebanham os que não têm noção do que estão recebendo. É o que o governo quer, arrebanhar mais simpatizantes aumentando com isso o número de políticos prometendo o que não podem faz.
Prometem, uma boa segurança, para a população. Não é com e somente policiamento nas ruas que teremos segurança. Os investimentos estradas. Como segurança nas estradas? Quando o tempo esta sem muitas chuvas, as autoridades ficam discutindo as licitações com as empresas, e com isso o tempo seco passa. Com chuva não trabalham, com sol eles se esconde nas discussões. Advogado para lá e advoga para cá, e com isso quem sofre é o povo. Aí vêm de novo as discussões do tempo. E com isso, quem tem as necessidades de transitarem nas estradas se desesperam por segurança. Sabem por que os governos não dão importâncias os benefícios das estradas? Por que as destruições dos veículos nas estradas são benefícios para os governos, com as costantes compras de peças, que é uma forte arrecadação de impostos, enchendo mais ainda os COFRES públicos, e tirando de quem produz, seus suados recursos. E por onde transitam os recursos para o progresso do agronegócio, que foram feito com os esforços dos trabalhadores?
Não podemos contar com as promessas dos políticos no que tange a habitação, para todos. Na verdade, os eleitores são ludibriados, coitados que sonham com o bem estar, que tem sido dificultado pelos sistemas de juros, que começam mansinhos e a partir do segundo ano, passam ficar bravos, comendo todos os recursos adquiridos pelos proprietários que o faz com bens consignados por intermédio dos Bancos e bens pessoais.
A nosso ver. O fracasso na saúde tem uma boa parte de influencia política, que no passado não obteve êxito, mesmo contando com 18 Países na Europa e um na América Central, que não conseguiram expandir as promessas de igualdades, e dar aos povos os benefícios prometidos pelos filósofos, fundadores e instaladores do regime. Onde pregavam aos povos, as igualdades para todos. Foi ao contrario. Primeiro não existe igualdade, coso fosse para ser tudo igual, o mundo seria um plano só, as vegetações só davam um tipo de fruto, o ser humano, seria um tipo só, uma cor só, um sexo só, os mesmo ocorreria com os animais. Os políticos querem seguir a maldita filosofia instalada e repudiada em todas as regiões por onde passaram. Infelizmente há elementos bem pagos para percorrer o mundo e regimentar simpatizantes para os partidos nos paises de populações despreparadas, infiltrando entre os povos uma doutrina de escravidão e não união dos povos. No Brasil temos partidos criados para pregam uma filosofia há mais de 80 anos com influência e intercâmbio internacional, que arrebanham os jovens que ainda estão com as suas mentes em formações, fácil de influenciar por quaisquer palavras contundentes. Estes fazem com que eles pratiquem atos de terror, contra as disciplinas, obtidas nos seus lares, até mesmo contra seus próprios familiares. São preparados para formar motim contra tudo e contra todos, provocado constantes as faltas de melhorias de seus empregos e também de suas escolas. Onde tem compromissos de seguirem as mesmas instruções, dos lares. As constantes greves, só se propagam nos países de governos fracos ou que quer formar grupos de guerrilheiros. Mesmos sabendo que poderá prejudicar os seus próprios familiares, e os seus programas de vida. Com esse tipo de instruções, os sonhos morrem junto com os seus desejos. Os grevistas: como os médicos funcionários públicos, os outros funcionários públicos, quando são interpelados do não cumprimento do dever para que foram contratados, simplesmente respondem, não estarem nem aí, pois alegam quer o deles no fim do mês, já que são concursados, não podem ser demitidos. E tem mais, essa gente que faze constantes greves nos Hospitais, Escolas, nos serviços de seguranças nos transportes, nos comércios, não estão a serviços das populações brasileiras, estão á a serviço do partido do quanto pior melhor, que quer desarticular o progresso do Brasil. Essa gente detesta a terceirização do serviço público e as atividades da iniciativa privadas, como nas Escolas, na Saúde, no Transporte de qualquer natureza, nas Indústrias, nas Estradas. Por isso é que o Brasil não tem boa Saúde, bons Hospitais, boas Escolas, etc. Há não serem as atividades das iniciativas privadas. Vejam as Estradas, só estão boas nas mãos da iniciativa privada. Bem, como as melhores Escolas, e produções de bens para as populações brasileiras e para o resto do mundo. Geraldo Porci de Araújo. 14/12/07.

 

PLANEJAMENTO FAMÍLAR


O melhor para um casal seria antes de tudo, fazer um estudo das suas situações, por que a união do homem e mulher como é inevitável, principalmente através de um casamento de bom senso como é do homem com a mulher, quando se une é para sempre, nos subconscientes vem logo o desejo de terem filhos, que é normal onde aumentam as necessidades de um planejamento, de quantos filhos vão ter e como vão criá-los e educá-los. Esse planejamento deve incluir o estado de saúde do casal, bem como as situações financeiras para evitar transtornos futuros e a necessidade de recorrerem aos abortos. Deixando o aborto para ultimo caso, um caso de extrema necessidade.
Com o advento dos divórcios no Brasil, a confusão reina em muitos lares aparentemente unidos as cenas de ofensas cotidianas que entre si provocam até mesmo os que amam. Infelizmente nem todos querem discutir esse assunto, o que querem é partir para o aborto como solução. Antigamente os abortos eram provocados por falta de recursos tanto monetários como a falta de saúde mental, agora as mulheres querem abortar por simples vaidades. Os casais se sentando para conversar sobre o assunto chegaram a um acordo no que se refere a quantidade de filhos que querem ter. Não havendo por tanto a necessidade de abortar. O aborto é crime contra inocentes, que não pediram para ser gente, e muito menos entraram no útero por vontade própria. Para um bom planejamento familiar, seria melhorar distribuição de fonte de trabalhos, para melhorar as finanças, dos menos favorecidos, e ou o poder público investir melhor na saúde pública, distribuindo os preservativos, sem demagogias políticas com uma boa instrução, não nas escolas, por que quem freqüenta as escolas são infantis, que não tem a noção do que significa instruções sexuais. Um fato berrante é a iniciativa de levarem as escolas doutrinas sexuais, para iniciação do principio da prostituição infantil e juvenil, depois querem acabar com a prostituição infanto-juvenil. Muda de rumo governo! Ou querem transformar o Brasil, em um pú... Oficial?
Geraldo Porci de Araújo. 14/12/07.


BRASIL E VENEZUELA VERSOS ANISTIADOS POLÍTICOS


Os brasileiros devem estar muito contentes com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelos bons negócios realizados com o Senhor Hugo Chavez, Presidente da Venezuela e com Evo Morales Presidente da Bolívia. No que refere aos investimentos na área de Petróleo e Gás dando incentivo ao desenvolvimento dos Países e estimulando a criação de empregos para aquela gente.
O Presidente da Bolívia, já mostrou suas forças dando tapas nos rostos dos brasileiros, via Lula, invadindo as propriedades da Petrobras, quando nacionalizou
Será que os brasileiros não merecem esse tipo de investimento? As Autoridades brasileiras estão preocupadas com o progresso dos bandidos. Propondo os bandidos, invadirem as áreas de empresas industriais, que aumentam as fontes de empregos para os brasileiros, por que o governo diz que não tem recursos suficientes, para empreender fonte de empregos. Como tem recursos para investir em outros Países? E tem para incentivar as guerrilhas urbanas, com os adestrados, para assaltarem Bancos e provocarem assassinatos em todo o Brasil, com o desempenho das drogas e os falsos trabalhadores rurais com pechas sem terras, os tais de MST, que são os guerrilheiros rurais, bem como incentivar os atritos entre todos brasileiros, provocando os crimes do racismo, como o tal processo de cotas para negros, e descendentes provocando assim a instituição do racismo, que é proibido pela Constituição Federal, com também o levantamento de áreas que no passado tão longe, inicio da colonizarão do Brasil, pelos Portugueses. Umas inquietações desnecessárias entre os brasileiros, que já misturaram os tipos sagüirus, ninguém mais sabe que é de origens negras e de branco puras, (Europeu). “Via INCRA, e a criação da Fundação Palmares agora o racismo com a criação do quilombola aumentando incitamento à revolta, resultando em invasões de propriedades e desrespeito às decisões judiciais”. O racismo quilombola.
Para aumentar os problemas para os brasileiros, os anistiados políticos não querem pagar previdenciárias, Imposto de Renda, e fiscais ou quaisquer descontos em seu crédito incidentes sobre os valores pagos a título de indenização a esse grupo, (ou quaisquer descontos previdenciários e fiscais em seu crédito, de acordo com a Lei nº 10.559/2002. A lei, que regulamentou o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias na parte relativa aos anistiados políticos, prevê a isenção das contribuições previdenciárias e de Imposto de Renda incidentes sobre os valores pagos a título de indenização a esse grupo. Também ficou claro e evidente, segundo o acórdão, o descumprimento da Lei nº 10.559/2002.) como escreve Nelson Ramos Barreto, A Revolução Quilombola “Não se trata de igualar os direitos para todas as raças, mas de fazer uma divisão, um verdadeiro Apartheid, separando os negros em seus direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à cultura, e em todos os demais, como se isso já não fosse garantido na Constituição a todos os brasileiros sem distinção de raça” (pg. 33). Um desses projetos segregacionistas já em vigor é o sistema de “cotas raciais”, em que estudantes têm direito a ingressar na universidade por conta apenas da cor de sua pele negra ou nem tão negra assim. Autoria compartilhada: Geraldo Porci de Araújo. 19/12/07


CPMF


Na década de 90, foi criado a Contribuição Provisória de Movimentação Financeira, CPMF. Que nada tinha e não têm, haver com o sistema de serviço de Saúde. Caso fosse para Saúde, não seria CPMF, e sim Contribuição Provisória para o Ministério da Saúde, CPMS. Por isso que não estava servindo de nada para a Saúde, e sim para as maracutaias dos maus políticos, e maus funcionários terem mais uma fonte de renda para se locupletarem.
Os brasileiros usuários do sistema de Saúde Públicas, anteriores a constituição da CPMF, supostamente para a Saúde, ao invés de melhorar, o sistema de Saúde, que antes vinha funcionando 70% bem. Morria um por cada mil pelos corredores dos Hospitais, hoje pelo os dados publicados na imprensa, morre 10 em cada mil pacientes nos corredores dos Hospitais. Os que morriam, eram aqueles que já estavam muito graves, quando foram levados aos Hospitais, para ver se havia uma solução, de um problema natural que todos acreditam, em quanto houver esperança haverá soluções de uma pessoa se salvar quando está doente, porque ninguém perde a esperança de não ter mais solução, a não ser o pro diagnóstico de especialista. Médico. Como um acidente, fatal que ninguém espera.
Sabem por que os políticos mudaram as eficiências das leis? Massa de manobras dos maus políticos na década de 80, quando houve, por interesse dos políticos a descaracterizaram das eficiências Leis, de segurança. Pelo o que parece. A criação da CPMF foi para quando alguém deles fossem presos, não ficarem atrás das grades. Que pelo o que se sabe. Caso de prisão de todos os ladrões políticos fossem presos aumentariam o numero de doentes e como o sistema de Saúde anda arrastando como hoje, não teria recursos para todos que fossem enquadrados como todos os maus feitores que ficam a traz das grades como ficavam antes. Hoje os maus feitores também não ficam mais atrás das grades! Não cumpre os castigos dados pelos os Juízes, modificaram e criaram alternativas para os infratores cumprir um sexto da pena; podendo ficar em regime especial de sala livres. Aqueles de bons comportamentos poderão até serem absolvidos, por tanto; foram beneficiados com os afrouxamentos das Leis. Todos nós e de boas condutas sabemos que quem aprontam quaisquer delitos graves, não ficaram muito tempo sem praticar os mesmos delitos ou piores, caso não cumpram os tempos determinados pela Justiça, mesmo assim ainda há aqueles que não tem outras alternativas se não prisão perpetua. Principalmente os de furtos e roubos, latrocínios, que é furtos seguidos de mortes; e terroristas assassinos, comandados por políticos.
O mais grave, foi o pronunciamento do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ocasião do cancelamento da CPMF, que diz: a não prorrogação da CPMF vai acarretar diminuição nos programas sociais, e na Saúde, então vai acabar com o sistema de Saúde. Sem outros. A sociedade por causa do desfalque de quarenta e dois bilhões da CPMF. Ora, o dinheiro da CPMF, nunca foi crido para socorrer outros setores, da administração e muito menos da Saúde.
Por isso que os maus políticos da Câmara dos Deputados e uma boa parte dos Senadores queriam aprovarem a prorrogação da CPMF, para não perder as tetas dos povos, conforme as evidências em andamentos, no Supremo Tribunal Federal, STF, em busca dos corruptos para não tirar os direitos dos povos, de receberem em trocas dos pagamentos dos impostos, um tratamento de suas saúdes e de seus familiares quando houver necessidades, receberem quando for precisos, e necessários, serem servidos nas suas necessidades, como a Saúde. Seguranças de vidas nas zonas urbanas, corrigindo os defeitos com dos bens com reparos das vias públicas, por onde mais provocam enfermidades; combaterem as malandragens, os assaltos, os assassinatos dando tranqüilidades à população nos meios Rurais, como socorro com os agricultores, evitando assaltos e os furtos e roubos dos bens; assassinatos seguidos de mortes dos trabalhadores e proprietários; tanto urbanos quanto rurais.
O nosso programa chama - se, Salada Indigesta, para os políticos e não culinária. Presidente e Congressistas! Quanto mais o governo tirar o dinheiro do povo, através dos impostos, mais misérias terão os brasileiros. Geraldo Porci de Araújo. 26/12/07.

MONOPOLIO


Todos os brasileiros com mais de 50 anos e com boas ações no Brasil, sabem que os ditos monopólios em quaisquer lugares não são bem vindos, e bem vistos e são condenados pela a população, principalmente os monopólios dos poderes públicos, por onde se vê as maiorias dos maus políticos e maus funcionários públicos, onde muitos deles, em especial os Chefes, supostos donos do poder não dão, os não Chefes, as oportunidades aqueles que não galgam os acessos dos postos de Chefias, não têm o poder de afanar bens públicos, não por incapacidades, em sim, por não terem acessos aos bens mais frágeis e sem valores, e muito longe dos bens, como o dinheiro e móveis e também não pensam em praticar atos de sujeições aos usuários, servidores de poucas influencias, por onde passam são limitados nos direitos e sem recursos, e não conta, inclusive, com apoio, de alguém do poder Judiciário, por considerarem ser, entre aspas, protetor dos bens públicos.
No monopólio dos bens públicos, há vícios muitos conhecidos, que é a insuficiências de execuções das conservações dos bens públicos. Muitos dessas insuficiências têm nome, a corrupção. E quando são chamados para correções, vem logo à resposta: não estou preocupado com isso, eu quero é o meu no fim do mês. Eles não podem me mandar e me despedir, eu sou concursado. E tem mais. Convocam toda a população para “fazer o tal concurso, os que vão ser contratados, já foram escolhidos. O resto é para enganar a população. E com isso se o povo tiver algumas obras: com Ruas, Estradas, Escolas, Hospitais e Seguranças Públicas e outros bens defeituosos de corrigirem terão que recorrerem às iniciativas privadas.
E têm mais! Os Garis contratados, só trabalham duas ou três semanas, desaparecem! Sabem para onde foram? Para os gabinetes e outros a fazeres, menos cuidar das Ruas. Aí é que bicho pega nas questões. Nas licitações há uma outra questão. Quando são contratados por aqueles que são os famosos secretários de governos, que são os subornados, com os subfaturamentos e nas morosidades das Obras, com os apêndices nos Contratos, onde ficam fixadas as percentagens das paralisações, muitas das vezes por caprichos visando às propinas, entre linhas com o nome de cortesias. Vejamos mais alguns dos exemplos: no poder público, as empresas de grandes arrecadações, há certas quantias destinadas à famosa quota de faturamentos dos lucros, divididos entre eles, como quota de participações nos lucros. O que é abominável, são os modos de cálculos e por quem. São os Chefes os Julgadores, parte interessada nas fatias julgada pelos os supostos protetores do controle dos bens públicos, sem interesses do progresso do país. Só visam à fatia oriunda dos Impostos e os bens da iniciativa privada, com o falso socialismo.
Para serem socialistas, não é necessariamente desapropriar, os patrimônios particulares não podem serem fechados como monopólio por que o monopólio é condenado pelas iniciativas, privadas que tem como principio os desenvolvimentos do país, em benefícios já feito pelas as iniciativas privadas dos passados e não aumentar as vistas contra os progressistas do País.
Os monopólios públicos que só servem aos caciques que aumentam as dificuldades das populações, em todos os sentidos. Tendo como exemplo certos países do mundo velho, e do Caribe, onde existem milhares de seres humanos vivendo nas sujeições e com dificuldades de adquirir seus próprios bem, bem como os direitos de irem e virem livremente.
Os monopólios das iniciativas privadas não têm as mesmas influencias e as intervenções nos direitos de posse, de alimentar como bem entende, os direitos de ir e vir dos seres humanos. Tiram uma base, onde a iniciativas privadas trabalham: como as Estradas, Uma maravilha E tem mais! Os tendenciosos, são contra as terceirizações nos serviços públicos, sabes por quê? Para encaixar os apadrinhados, essas gentes deveriam serem mais conscientes nessas atividades, porque no Brasil, não somos todos letrados. No meio dessas gentes que trabalham nas terceirizações, tem gente que precisam sobreviverem dos seus próprios trabalhos, para evitar que o poder público tenha que distribuírem para eles as migalhas, como está acontecendo hoje no Brasil. os governos de hoje, se sentem bem com essas distribuições. Por que entre eles estão os eleitores, que votam, mas não podem ser votados. (e com isso compram os votos). Ainda bem, para não elegeres incompetentes. Bastam os incompetentes de hoje, que só querem os dinheiros dos povos e nada mais. A onde estado cuidados com os dinheiros públicos? Serviços públicos é mesmo uma decepção. E, sabem o porquê disso tudo? São as instruções partidas do quanto pior melhor. Há um ditado que diz: a onde só tem cegos, quem têm o olho é Rei. Geraldo Porci de Araújo. 29/12/07.

 

MESMO “EU” PERMANEÇO

Nos tempos pós-conciliares apareceram muitos teólogos, querendo romper com a tradicional explicação da composição do ser humano em corpo e alma. Começaram a alegar que nós, os humanos, seríamos uma unidade tão completa, que não haveria a mínima chance para uma separação entre alma e o corpo, na morte. Desde os filósofos gregos, acompanha a mentalidade cristã a idéia desse composto humano (matéria e espirito), único e todo o universo. A filosofia antiga chamava o homem de “microcosmo”, por ser o resumo mais cabal de todas as realidades possíveis de existir. As novas teologias, tentando ultrapassar as dificuldades e as obscuridades dessa explicação, e mantendo a fé na vida eterna, ousaram inovar. Afirmaram que não existem no homem duas realidades compostas (alma e corpo). Mas que o ser humano é um conjunto único. Ao morrer – com grande generosidade o afirmavam – os humanos recebem imediatamente a graça da ressurreição.
Mas aos poucos a boa lógica volta. Agora, talvez, com melhores explicações. Afirma-se, sim, que o nosso corpo vai mudando as células todas, durante a vida. A matéria é periodicamente substituída. Assim mesmo, o corpo é algo que me dá identidade.se eu dou meu currículo de vida, eu dou data de nascimento, filiação, estudos , aperfeiçoamento. Meu corpo me dá relações de nascimento, de parentesco, de comunidade religiosa. Mas ele termina, com a morte. O que há em nós de imperecível é a alma. Ela sempre é idêntica a si mesma.o nosso “eu” atravessa todas as vicissitudes da vida, e até a morte. E Deus, nosso sábio Pai, nos fez para sermos eternos. Pó isso Ele nos ama. E o amor é assim: ou é eterno, ou não é amor. O salmista descobre a sobrevivência após a morte: “Não abandonarás minha vida no sepulcro, nem deixará que teu santo experimente a corrupção” (SI 16, 10). O salmista entende que a comunicação com Deus é mais forte do que a destruição do corpo: “Quando a mim, estarei sempre contigo...estar junto de Deis é o meu bem” (SI 73, 23). O amor exige eternidade. A anciã da imortalidade supera o eu, para buscar uma comunidade com o tu, que é o mistério infinito do amor.estar com o Pai é a plenitude do mistério da vida.
Artigo publicado no Jornal de Uberaba/MG, por Dom Aloísio Roque Oppermann que é arcebispo metropolitanos de Uberaba. Geraldo Porci de Araújo. 28/12/07.

 

A ONDE ESTÁ A DEMOCRACIA


A onde está a democracia, e os direitos dos brasileiros, em relação aos seus arquivos bancários? Pelo o que parece, a democracia só funciona, para defender os bandidos, como os maus políticos ladrões e os próprios outros políticos. Que aprontam e não tem os seus arquivos revelados a ninguém.
Os presos são brindados por ocasião de suas prisões, de acordo com normas das leis adulteradas em benefícios dos maus brasileiro, não podem mostrar os rostos ao público,para não serem reconhecidos. Mas o povo pode e deve mostrar as suas propriedades para os outros tomarem conhecimentos, para quando os motins terminarem, ficarem as disposições dos outros bandidos, pretendentes.
Os proprietários de bens monetários não podem possuir, e movimentar, mais de Cinco Mil Reais. R$ 5. 000,00, os de pessoas físicas e as pessoas Jurídicas, mais de Dez Mil Reais.
R$ 10. 000,00, que de seis em seis meses serão levados ao público e descontados os equivalentes os descontos pela a CPMF.
O governo só pensa em tirar dos povos brasileiros, os recursos que poderia servir de investimento no Brasil, e aumentar a arrecadação para os governos, e os políticos de quaisquer áreas da política.
Agora estão vindos por aí o que fora agendada no Tribunal de Justiça Federal, que são a Lei complementar n°. 105, de 10 de janeiro de 2002, e ao Decreto 4.4879, de 28 de novembro de 2002. Decorrido todo esse tempo, ainda na fora apreciados.
E tem mais, os descontos da CPMF, só será a partir de dois (2) de janeiro de 2008, data também marcada para entrar em vigor a data de contagem para que sejam descontado também nos movimentos bancários, pelos dados fornecidos pelos os Bancos, a Receita Federal.
Será que isso se pode dizer democracia, onde povos brasileiros trabalhadores são perseguidos e acompanhados os seus atos pelos governos no Brasil? Está mais parecendo uma cuba, onde todo que os cubanos comem, são racionados. Abrem os olhos brasileiros. As eleições estão chegando.
Esperamos que as autoridades e a imprensa deve se alertarem para evitar os caos. Exemplos já temos. Vejam o que ocorreu com a Petrobras na Bolívia. E esta vindo por aí novos negócios com a Bolívia e com a Venezuela. A menos que se interessam pelos os fatos. Coitados das crianças e jovens de hoje. No futuro. Vamos pedir a Deus que eles não sejam judiados pelos os ditadores do proletariados.Geraldo Porci de Araújo. 29/12/07.

 

A HERÓICA E DESPREZADA BATALHA DA BORRACHA

Sem ter sido um episódio propriamente militar, a tentativa de ampliar dramaticamente a produção brasileira de borracha foi um projeto governamental que recebeu apoio técnico e financeiro dos norte-americanos em guerra contra o eixo Roma, Berlim e Tóquio. por Marcus Vinicius Neces Os nordestinos recrutados para trabalhar nos seringais foram chamados de "soldados da borracha", mas jamais receberam soldo nem medalhas.
De repente, em plena Segunda Guerra, os japoneses cortaram o fornecimento de borracha para os Estados Unidos. Como resultado, milhares de brasileiros do Nordeste foram enviados para os seringais amazônicos, em nome da luta contra o nazismo. Essa foi a Batalha da Borracha, um capítulo obscuro e sem glória do nosso passado, ainda vivo na memória dos últimos e ainda abandonados sobreviventes. No final de 1941, os países aliados viam o esforço de guerra consumir rapidamente seus estoques de matérias-primas estratégicas. E nenhum caso era mais alarmante do que o da borracha. A entrada do Japão no conflito determinou o bloqueio definitivo dos produtores asiáticos de borracha. Já no princípio de 1942, o Japão controlava mais de 97% das regiões produtoras do Pacífico, tornando crítica a disponibilidade do produto para a indústria bélica dos aliados.
A conjunção desses acontecimentos deu origem no Brasil à quase desconhecida Batalha da Borracha. Uma história de imensos sacrifícios para milhares de trabalhadores que foram para a Amazônia e que, em função do estado de guerra, receberam inicialmente um tratamento semelhante ao dos soldados. Mas, ao final, o saldo foi muito diferente: dos 20 mil combatentes na Itália, morreram apenas 454. Entre os quase 60 mil soldados da borracha, porém, cerca da metade desapareceu na selva amazônica.
Os Acordos de Washington Quando a extensão da guerra ao Pacífico e ao Índico interrompeu o fornecimento da borracha asiática, as autoridades americanas entraram em pânico. O presidente Roosevelt nomeou uma comissão para estudar a situação dos estoques de matérias-primas essenciais para a guerra. E os resultados obtidos por essa comissão foram assustadores: "De todos os materiais críticos e estratégicos, a borracha é aquele cuja falta representa a maior ameaça à segurança de nossa nação e ao êxito da causa aliada (...) Consideramos a situação presente tão perigosa que, se não se tomarem medidas corretivas imediatas, este país entrará em colapso civil e militar. A crueza dos fatos é advertência que não pode ser ignorada." (Comissão Baruch) As atenções do governo americano se voltaram então para a Amazônia, grande reservatório natural de borracha, com cerca de 300 milhões de seringueiras prontas para a produção de 800 mil toneladas de borracha anuais, mais que o dobro das necessidades americanas. Entretanto, naquela época, só havia na região cerca de 35 mil seringueiros em atividade com uma produção de 16 mil a 17 mil toneladas na safra de 1940-1941. Seriam necessários, pelo menos, mais 100 mil trabalhadores para reativar a produção amazônica e elevá-la ao nível de 70 mil toneladas anuais no menor espaço de tempo possível.
Para alcançar esse objetivo, iniciaram-se intensas negociações entre as autoridades brasileiras e americanas, que culminaram com a assinatura dos Acordos de Washington. Como resultado, ficou estabelecido que o governo americano passaria a investir maciçamente no financiamento da produção de borracha amazônica. Em contrapartida, caberia ao governo brasileiro o encaminhamento de grandes contingentes de trabalhadores para os seringais - decisão que passou a ser tratada como um heróico esforço de guerra. No papel, o esquema parece simples, mas a realidade mostrou-se muito mais complicada quando chegou o momento de colocá-lo em prática.
A Batalha da Borracha Para o governo brasileiro era uma oportunidade para mitigar alguns dos mais graves problemas sociais brasileiros. Somente em Fortaleza, cerca de 30 mil flagelados da seca de 1941-1942 estavam disponíveis para ser enviados imediatamente para os seringais. Mesmo que de forma pouco organizada, o DNI (Departamento Nacional de Imigração) ainda conseguiu enviar quase 15 mil pessoas para a Amazônia, durante o ano de 1942, metade das quais homens aptos ao trabalho nos seringais.
Aqueles eram os primeiros soldados da borracha. Simples retirantes que se amontoavam com suas famílias por todo o nordeste, fugindo de uma seca que teimava em não acabar e os reduzia à miséria. Mas aquele primeiro grupo era, evidentemente, muito pequeno diante das pretensões americanas.
O problema era a baixa capacidade de transporte das empresas de navegação dos rios amazônicos e a pouca disponibilidade de alojamento para os trabalhadores em trânsito. Mesmo com o fornecimento de passagens do Lloyd, com a abertura de créditos especiais pelo governo brasileiro e com a promessa do governo americano de pagar US$ 100 por um novo trabalhador instalado no seringal, as dificuldades eram imensas e pareciam intransponíveis. Isso só começou a ser solucionado em 1943 por meio do investimento maciço que os americanos realizaram no Snapp (Serviço de Navegação e Administração dos Portos do Pará) e da construção de alojamentos espalhados ao longo do trajeto percorrido pelos soldados da borracha.
Para acelerar ainda mais a transferência de trabalhadores para a Amazônia e aumentar significativamente sua produção de borracha os governos americano e brasileiro encarregaram diversos órgãos do gerenciamento do programa. Pelo lado americano estavam envolvidas a RDC (Rubber Development Corporation), a Board of Economic Warfare, a RRC (Rubber Reserve Company), a Reconstrucction Finance Corporation e a Defense Supllies Corporation. Pelo lado brasileiro, foram criados o Semta (Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia), depois substituído pela Caeta (Comissão Administrativa de Encaminhamento de Trabalhadores para a Amazônia), a Sava (Superintendência do Abastecimento do Vale Amazônico) e o BCB (Banco de Crédito da Borracha), entre outros. Esses novos órgãos, em muitos casos, se sobrepunham a outros já existentes, como o DNI, e não é preciso muito esforço para imaginar o tamanho da confusão oficial que se tornou o empreendimento.
A ilusão do paraíso Em todas as regiões do Brasil, aliciadores tratavam de convencer trabalhadores a se alistar como soldados da borracha e, assim, auxiliar a causa aliada. Alistamento, recrutamento, voluntários, esforço de guerra tornaram-se termos comuns no cotidiano popular. A mobilização de trabalhadores para a Amazônia coordenada pelo Estado Novo foi revestida por toda a força simbólica e coercitiva que os tempos de guerra possibilitavam.
No nordeste, de onde deveria sair o maior numero de soldados, o Semta convocou padres, médicos e professores para o recrutamento de todos os homens aptos ao grande projeto que precisava ser empreendido nas florestas amazônicas. O artista suíço Chabloz foi contratado para produzir material de divulgação acerca da "realidade" que os esperava. Nos cartazes coloridos os seringueiros apareciam recolhendo baldes de látex que escorria como água de grossas seringueiras. Todo o caminho que levava do sertão nordestino, seco e amarelo, ao paraíso verde e úmido da Amazônia estava retratado naqueles cartazes repletos de palavras fortes e otimistas. O slogan "Borracha para a Vitória" tornou-se o emblema da mobilização realizada por todo o nordeste.
Espalhadas pelas esquinas, nas paredes das casas e nos bares, a colorida propaganda oficial garantia que todos os trabalhadores teriam passagem grátis e seriam protegidos pelo Semta. Histórias de enriquecimento fácil circulavam de boca em boca. "Na Amazônia se junta dinheiro com rodo." Os velhos mitos do Eldorado amazônico voltavam a ganhar força no imaginário popular. O paraíso perdido, a terra da fartura e da promissão, onde a floresta era sempre verde e a seca desconhecida. Os cartazes mostravam caminhões carregando toneladas de borracha colhidas com fartura pelos trabalhadores. Eram imagens coletadas por Chabloz nas plantações da Firestone na Malásia, sem nenhuma conexão com a realidade que esperava os trabalhadores nos seringais amazônicos. Afinal de contas, o que os flagelados teriam a perder? Quando nenhuma das promessas e quimeras funcionavam, restava o milenar recurso do recrutamento forçado de jovens. A muitas famílias do sertão nordestino foram oferecidas somente duas opções: ou seus filhos partiam para os seringais como soldados da borracha ou então deveriam seguir para o front na Europa, para lutar contra os fascistas italianos e alemães. É fácil entender que muitos daqueles jovens preferiram a Amazônia. Os caminhos da guerra Ao chegar aos alojamentos organizados pelo Semta, o trabalhador recebia um chapéu, um par de alpargatas, uma blusa de morim branco, uma calça de mescla azul, uma caneca, um talher, um prato, uma rede, cigarros, um salário de meio dólar por dia e a expectativa de logo embarcar para a Amazônia. Os navios do Loyd saíam dos portos nordestinos abarrotados de homens, mulheres e crianças de todas as partes do Brasil. Primeiro rumo ao Maranhão e depois para Belém, Manaus, Rio Branco e outras cidades menores nas quais as turmas de trabalhadores seriam entregues aos "patrões" (seringalistas) que deveriam conduzi-los até os seringais onde, finalmente, poderiam cumprir seu dever para com a pátria. Aparentemente, tudo muito organizado. Pelo menos diante dos olhos dos americanos, que estavam nos fornecendo centenas de embarcações e caminhões, toneladas de suprimentos e muito, muito dinheiro. Tanto dinheiro que sobrava para desperdiçar ainda em mais propaganda. E esbanjar em erros administrativos que faziam, por exemplo, uma pequena cidade do sertão nordestino ser inundada por um enorme carregamento de café solicitado não se sabe por quem. Ou possibilitar o sumiço de mais de 1.500 mulas entre São Paulo e o Acre. Na verdade, o caminho até o eldorado amazônico era muito mais longo e difícil do que poderiam imaginar tanto os americanos quanto os soldados da borracha. A começar pelo medo do ataque de submarinos alemães que se espalhava entre as famílias amontoadas a bordo dos navios do Loyd, sempre comboiados por caça-minas e aviões de guerra. A memória de quem viveu aquela experiência ficou marcada por aqueles momentos em que era proibido até acender fósforos ou mesmo falar. Tempos de medo que estavam só começando.
A partir do Maranhão, não havia um fluxo organizado de encaminhamento de trabalhadores para os seringais. Freqüentemente era preciso esperar muito, antes que as turmas tivessem oportunidade de seguir viagem. A maioria dos alojamentos que recebiam os imigrantes em trânsito eram verdadeiros campos de concentração, em que as péssimas condições de alimentação e hi¬giene destruíam a saúde dos trabalhadores, antes mesmo que tentassem o primeiro corte nas seringueiras. Não que faltasse alimento. Havia comida, e muita. Mas era intragável, tão ruim e mal preparada que era comum ver as lixeiras dos alojamentos cheias enquanto as pessoas adoeciam de fome. Muitos alojamentos foram construídos em lugares infestados pela malária, febre amarela e icterícia. Surtos epidêmicos matavam dezenas de soldados da borracha e seus familiares nos pousos de Belém, Manaus e outros portos amazônicos. Ao contrário do que afirmava a propaganda oficial, o atendimento médico inexistia, e conflitos e toda sorte se espalhavam entre os soldados já quase derrotados.
A desordem era tanta que muitos abandonaram os alojamentos e passaram a perambular pelas ruas de Manaus e outras cidades, buscando um modo de retornar a sua terra de origem ou de pelo menos sobreviver. Outras tantas revoltas paralisaram alguns "gaiolas" (navios fluviais) em plena viagem, diante das notícias alarmantes sobre a insuportável vida nos seringais. Eram pequenos motins rapidamente abafados pelos funcionários da Snapp ou da Sava. As viagens apareciam, então, como caminhos sem volta.
Uma nova forma de escravidão Os que conseguiam efetivamente chegar aos seringais, depois de três ou mais meses de viagem, já sabiam que suas dificuldades estavam apenas iniciando. Os recém-chegados eram tratados como "brabos" - aqueles que ainda não sa¬biam cortar seringa e cuja produção no primeiro ano era sempre muito pequena. Só a partir do segundo ano de trabalho o seringueiro era considerado "manso".
Mesmo assim, desde o momento em que era escolhido e embarcado para o seringal, o brabo já começava a acumular uma dívida com o patrão. O mecanismo de prender o trabalhador por meio de uma dívida interminável foi chamado de "sistema de aviamento". Essa dívida crescia rapidamente, porque tudo que se recebia no seringal era cobrado. Mantimentos, ferramentas, tigelas, roupas, armas, munição, remédios, tudo enfim era anotado na sua conta corrente. Só no fim da safra, a produção de borracha de cada seringueiro era abatida do valor de sua dívida. Mas o valor de sua produção era, quase sempre, inferior à quantia devida ao patrão. E não adiantava argumentar que o valor cobrado pelas mercadorias no barracão do seringalista era cinco ou mais vezes maior do que aquele praticado nas cidades: os seringueiros eram proibidos de vender ou comprar em qualquer outro lugar. Os soldados da borracha descobriam que, no seringal, a palavra do patrão era lei. Os financiadores americanos insistiam em não repetir os abusos do sistema de aviamento que caracterizara o primeiro ciclo da borracha. Na prática, entretanto, o contrato de trabalho assinado entre seringalista e soldado da borracha quase nunca era respeitado. A não ser para assegurar os direitos dos seringalistas. Como no caso da cláusula que impedia o seringueiro de abandonar o seringal enquanto não saldasse sua dívida com o patrão, o que tornava a maioria dos seringueiros verdadeiros escravos, prisioneiros das "colocações de seringa" (unidades de produção de látex em que estavam instalados). Todas as tentativas de implantação de um novo regime de trabalho, bem como o fornecimento de suprimentos diretamente aos seringueiros, fracassaram diante da pressão e do poderio das "casas avia¬doras" (fornecedores de suprimentos) e dos seringalistas que dominavam secularmente o processo da produção da borracha na Amazônia. Uma guerra que não terminou Mesmo com todos os problemas enfrentados (ou provocados) pelos órgãos encarregados da Batalha da Borracha, cerca de 60 mil pessoas foram enviadas para os seringais amazônicos entre 1942 e 1945. Desse total, quase a metade acabou morrendo em razão das péssimas condições de transporte, alojamento e alimentação durante a viagem. Como também pela absoluta falta de assistência médica, ou mesmo em função dos inúmeros problemas ou conflitos enfrentados nos seringais.
Ainda assim o crescimento da produção de borracha na Amazônia nesse período foi infinitamente menor do que o esperado. O que levou o governo americano, já a partir de 1944, a transferir muitas de suas atribuições para órgãos brasileiros. E tão logo a Guerra Mundial chegou ao fim, no ano seguinte, os EUA se apressaram em cancelar todos os acordos referentes à produção de borracha amazônica. O acesso às regiões produtoras do Sudeste Asiático se achava novamente aberto e o mercado internacional logo se normalizaria.
Terminava a Batalha da Borracha, mas não a guerra travada pelos seus soldados. Imersos na solidão de suas colocações no interior da floresta, muitos deles nem sequer foram avisados de que a guerra tinha terminado, e só viriam a descobrir isso anos depois. Alguns voltaram para suas regiões de origem exatamente como haviam partido, sem um tostão, no bolso ou pior, alquebrados e sem saúde. Outros aproveitaram a oportunidade de criar raízes na floresta e ali construir suas vidas. Poucos, muito poucos, conseguiram tirar algum proveito econômico daquela batalha incompreensível, aparentemente sem armas, sem tiros e que produziu tantas vítimas.
Pelo menos uma coisa todos os soldados da borracha, sem exceção, receberam. O descaso do governo brasileiro, que os abandonou à própria sorte, apesar de todos os acordos e das promessas repetidas antes e durante a Batalha da Borracha. Só a partir da Constituição de 1988, mais de 40 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, os soldados da borracha ainda vivos passaram a receber uma pensão como reconhecimento pelo serviço prestado ao país. Uma pensão irrisória, dez vezes menor que a pensão recebida por aqueles que foram lutar na Itália. Por isso, ainda hoje, em diversas cidades brasileiras, no dia 1º de maio os soldados da borracha se reúnem para continuar a luta pelo reconhecimento de seus direitos. A comparação é dramática: dos 20 mil brasileiros que lutaram na Itália, morreram somente 454 combatentes. Entre os quase 60 mil soldados da borracha, porém, cerca da metade morreu durante a guerra.
Marcus Vinicius Neces é historiador e iretor do Departamento de Patrimônio Histórico e Cultural do Estado do Acre. Autoria: Marcus Vinicius Neces 15/12/07.