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FENG SHIU INTERIOR
A bagunça é inimiga da prosperidade. ...Ninguém
está livre da desorganização.
A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é
visível.
A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os
armários para ver que estão cheios de inutilidades.
De acordo com o Feng Shui Interior - bagunça provoca cansaço
e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde,
deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha
relacionamentos.
Para evitar tudo isso fique atento às OITO REGRAS PARA DOMAR
A BAGUNÇA
1. Jogue fora o jornal de anteontem.
2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma
velha.
3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes. Use-as e limpe-as
diariamente.
4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário
e fique só com a que utiliza mesmo.
5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.
6. Todo dia 30, faça limpeza geral e use caixas de papelão
marcadas: lixo, consertos, reciclagem, emdúvida, presentes,
doação e FAÇA.
7. Organize no seu ritmo.. Comece por gavetas e armários e
depois escolha um cômodo, passe para o outro e observe as mudanças
acontecendo na sua vida.
8. Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível
e mentalizeque, quando todos colocarem essas regras em prática,
o mundo será mais belo e feliz. - Vamos tentar melhorar nossa
energia pessoal. - Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.
- Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para
proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia
ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas
que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço
não cuidar da própria energia. - O ambiente faz a pessoa,
e vice-versa. A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias
formas, tais como: - a falha de memória (o famoso "branco");
- o cansaço físico, o sono deixa se ser reparador; -
a ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas.
Por falta de energia, o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação
diminuem, os talentos não se manifestam, o magnetismo pessoal
desaparece, o medo constante de que o outro o rejudique aumentam bem
como a competição, o individualismo e a agressividade.
- Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas
energias. - Conheça cada dessas ações para evitar
a "crise energética pessoal".
1. Maus hábitos - falta de cuidado com o corpo Descanso, boa
alimentação, hábitos saudáveis, exercícios
físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano.
A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência
em relação a aspectos básicos para a manutenção
da saúde energética.
2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós
sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia
inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio
sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo
da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em
atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
- Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é
preciso prestar atenção à ualidade deles. –
Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as
energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade
para nossas vidas.
1. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa
também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas,
nutridos durante anos seguidos. Não é toa que muitas
pessoas ficam estagnadas e não são prósperas.
Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e
a felicidade é gastar na manutenção de sentimentos
negativos.
2. Medo e culpa, também gastam energia, e a ansiedade descompassa
a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade,
o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima,
a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força
para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção
é focada. - O homem tem a tendência de achar que no passado
as coisas eram mais fáceis: "bons tempos aqueles!",
costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças
do passado, quanto a queles que não conseguem esquecer os traumas,
colocam suas energias no passado. - Por outro lado, os sonhadores
ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua
felicidade, e realizaçoes deixam pouca ou nenhuma energia no
presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas
vidas.
Falta de perdão, Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas
e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais
perdoamos menos bagagem interior carregamos gastando menos energia
ao alimentar as feridas do passado. Quem não sabe perdoar os
outros e a si mesmo, fica "energeticamente obeso", carregando
fardos assados.
Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude
inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres,
abertos para a felicidade.
6. Mentira pessoal- Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar
as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar
papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha
boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa,
o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual.
Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo
esforço.
7. Viver a vida do outro- Ninguém vive só e, por meio
dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos,
mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer
também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda
energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo
seus problemas e interferindo mais do que é recomendável,
acaba não tendo energia para construir sua própria vida.
O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8. Bagunça e projetos inacabados- A bagunça afeta muito
as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque
legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários,gavetas,
a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está
sujo.
A medida, em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos
em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver
o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas
é outro "escape" de energia. Todas as vezes que você
vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele
lhe "diz"inconscienteme nte: "você não
me terminou! Você não me terminou!" Isso gasta uma
energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma
que não vai concluir o trabalho.O importante é tomar
uma atitude.O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina
e da determinação farão com que você não
invista em projetos que não serão concluídos
e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9. Afastamento da natureza- A natureza, nossa maior fonte de alimento
energético, também nos limpa das energias estáticas
e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais
muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa
fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo
e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o
vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados
em suas energias vitais. Autor: desconhecudo. 18/12/07.
BOPE – POLÍCIA MILITAR
Dois milionários estavam passeando pelo deserto, quando um
deles caiu do camelo porque o animal tropeçou em alguma coisa.
Eles então, foram ver a pedra", e começou a cavar
em volta dela, achando assim um monumento enterrado.
Como os dois eram ricos, compráram aquela parte do deserto
e ntrataram uma empresa para cavar a fim de descobrirem o que era.
Após algumas semanas de escavação, descobriram
que era uma pirâmide.
Ficaram discutindo quem deviam chamar, e optaram pelos Americanos,
afinal, eles tinham muita tecnologia e estudos avançados.
Os americanos vieram com jeeps, helicópteros, computadores,
especialistas... Entraram na pirâmide e saíram de lá
após 2 anos. - E então? O que vocês descobriram?
Perguntaram os milionários. - A pirâmide foi construída
entre 1.500 e 2.000 AC. - Só isso? Bando de ianques estúpidos!
Dois anos para descobrir só isso?
- Os hieróglifos são diferentes de tudo o que já
vimos! - Sumam daqui seus idiotas! Chamaram então os alemães.
Que também vieram com toda a equipe e parafernálias
e se enfiaram na pirâmide por 2 anos.
Quando saíram, os milionários perguntaram: - E então?
O que descobriram? - A pirâmide foi construída aproximadamente
2.000 A. - Alemães imbecis! Só servem para beber cerveja?
Sumam daqui!
- Mas a escrita é muito complicada! - Caiam fora, seus idiotas!
Ficaram então os dois na duvida. Quem deviam chamar? Até
que um funcionário falou para chamarem a polícia brasileira.
Os policiais tinham treinamento em investigação e poderiam
descobrir alguma coisa. Como não custava nada tentar, os dois
chamaram alguns PMs do BOPE, do Rio, comandados pelo Capitão
Nascimento. Eles entraram na pirâmide e após 5 horas
retornaram com um papel. - Mas já saíram? - Perguntaram
os dois milionários. - Sim, já terminamos a investigação.
A pirâmide foi construída entre 12 de Fevereiro de 1857
e 22 de Julho de 1858 AC , conforme as ordens do faraó Anekhetop
IV, e seu arquitecto Tutmosis, o Jovem. No dia da inauguração
choveu e houve um eclipse parcial da lua à noite.
Participaram da construção da pirâmide 2.118 escravos
qualificados que tentaram uma revolta pelas precárias condições
do trabalho, mas foi sufocada em 5 de Setembro pelos soldados do faraó,
com um resultado de 42 mortos. Aí dentro tem 2 milhões
de reais pelos artefatos de ouro, 5 milhões pelos diamantes
e o custo da obra totaliza 23 milhões, já inclusos os
artefatos.... E os policiais continuaram por mais meia hora com o
blá, blá, blá...
Até que um dos milionários falou: - Esperem, esperem!
Como conseguiram descobrir isso em apenas 5 horas?!
- Cara, foi difícil! Mas no final a múmia acabou abrindo
o bico... Autoria: desconhecida. 18/12/07.
SOU MAIS BRASIL
Estava para escrever esta coluna há alguns dias, quando aconteceu
o trágico acidente em New York. Não pretendo ampliar
muito o texto sobre isso, mas e se isso tivesse ocorrido no Brasil?
Muitos diriam "tinha que ser no Brasil", "só
podia ser aqui" e mais algumas frases impatrióticas como
se todo tipo de desgraça só acontecesse aqui. - Falo
e repito que nós vivemos em um país abençoado
e que nossos problemas são perfeitamente solucionáveis.
Não temos vulcões como na Itália, terremotos
como no México, vendavais e tufões, como nos Estados
Unidos, terrorismo como no Oriente Médio (e agora também
nos EUA), frio como no Canadá, calor como na Arábia
Saudita. Nossos grupos separatistas são calmos e não
atacam como o ETA ou o IRA. - Claro que um de nossos maiores problemas
é a cúpula de dirigentes nos três poderes de governo.
A corrupção que assolou o país do Oiapoque ao
Chuí freou nossa economia e desenvolvimento. - Mas é
importante lembrar
Que os níveis de corrupção ainda são menores
que os da Argentina, México, Índia e Rússia,
além de que esses números estão mudando e os
responsáveis sendo punidos - nós tiramos um Presidente
da República de seu posto e podemos fazer muito mais. - Em
primeiro lugar, é necessário que a nação
brasileira tenha mais fé em sua terra natal - levante nossa
bandeira verde-amarela e grite com patriotismo: sou mais Brasil! E
isso não é só quando ganhamos no futebol, mas
em qualquer circunstância. - Ser mais Brasil é olhar
não só para a seleção canarinho, mas também
para o tênis, natação, iatismo, judô, vôlei,
hipismo e atletismo e ver que temos potenciais esportistas não
só no futebol. Além do idolatrado (pelo mundo todo)
Ayrton Senna, sempre soubemos fazer pilotos de automobilismo como
ninguém. Sou mais Brasil em turismo e nessa matéria
somos campeões.
Podemos não ter a infra-estrutura dos mega parques dos Estados
Unidos, mas temos beleza natural à vontade. Nossas praias são
consideradas das mais bonitas do mundo e quando se está defronte
a Jericoaquara (CE), Itacaré (BA) ou Cachadaço (Ilha
Grande-RJ) se percebe a razão disso. Temos um complexo de cataratas
(do Iguaçu) que "dá banho" em Niagara Falls
na divisa do Canadá com Estados Unidos. - Não preciso
dizer então da nossa biodiversidade e da maior floresta do
mundo, sendo abraçada pelo maior complexo hídrico do
planeta. - Se você quer neve, vá para são Joaquim,
quer sol, vá para Maceió. - Quer mergulhar, vá
para Fernando de Noronha, quer voar, vá para a tão linda
cidade do Rio de Janeiro. - E sou mais Brasil quando o assunto é
o povo. - Diga-me em que lugar se acha povo tão forte, alegre,
festeiro, hospitaleiro e criativo? - E é também corajoso:
o Brasil é o país mais empreendedor do mundo. - A frieza
dos povos europeus e asiáticos e a antipatia dos norte-americanos
não são encontradas aqui nem por aproximação.
- E há pouco falei de festa: o Brasil faz a maior festa tradicional
da Terra - o Carnaval. - Sou mais Brasil quando falamos de desenvolvimento.
- As empresas brasileiras detêm 6.890 certificados ISO 9000
enquanto o México tem 300 e a Argentina tem 265. Em matéria
de Internet, temos 446.444 hosts - quase o dobro do que a Argentina,
Colômbia, Chile, Uruguai, Venezuela, Peru, Costa Rica, Equador
juntos! Só a cidade de são Paulo tem mais usuários
da Internet do que o continente africano inteiro. - O "garfo"
também é brasileiro. - Quem não se delicia com
a cozinha típica mineira, a apimentada cozinha baiana e o suculento
churrasco gaúcho? - Até a nossa pizza é melhor
que a original italiana. - São Paulo é considerado o
maior pólo gastronômico da América Latina e segundo
maior do mundo.- E eu sou mais Brasil cantando, dançando e
criando. - Nossos publicitários ganham quase todos os prêmios
internacionais em criatividade, nosso cinema vem ganhando prospecção
no exterior cada vez maior. - Grupos nacionais de diferentes estilos
- do axé ao heavy metal - fazem sucesso na Europa, Japão
e América latina. - E o que é pouco divulgado: nós
temos o melhor bailarino do mundo- Thiago Soares - comparando-se a
Mikhail Baryshnikov.
E se "eles" têm o melhor cinema, nós temos
as melhores novelas. - Pode parecer alfinetada, mas sou mais Brasil
nas eleições... 100 milhões de votos apurados
honestamente em 24 horas. - Quanto tempo levou mesmo nos Estados Unidos?
- É claro que deixei muita, mas muita coisa, de lado, pois
meu espaço aqui é pequeno para a imensidão do
Brasil.
Para quem concorda, vale a pena assistir o programa Via Brasil, na
Globo News (Net) e ver como o Brasil é cheio de soluções
e fatores de orgulho. - Nós temos muito que aprender e melhorar
nesse país, mas com toda a certeza e patriotismo, temos muito
a nos vangloriar de nossa Pátria Amada e Idolatrada. - Por
tudo isso e por muito mais, SOU MAIS BRASIL! (Arnaldo Jabor). 20/12/07.
DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA
RGPS: Déficit da Previdência cai 15,4% em novembro. -
Resultado é conseqüência do crescimento econômico
e de gestão. - Da Redação (Brasília) –
A necessidade de financiamento do Regime Geral da Previdência
Social (RGPS) caiu 15,4% em novembro deste ano em comparação
com o mesmo mês do ano passado. A arrecadação
líquida do mês ficou em R$ 11, 763 bilhões, o
que significa crescimento de 7,8% em relação a novembro
de 2006. Já as despesas totalizaram R$ 14, 324 bilhões,
um aumento de 2,8%, de acordo com os dados divulgados hoje (18) pelo
secretário de Políticas de Previdência Social,
Helmut Schwarzer.- “Do ponto de vista da arrecadação,
o quadro se mostra bastante favorável”, comentou. O volume
de receitas de novembro, segundo ele, “é um resultado
histórico”, e decorre da continuidade do crescimento
do emprego no país e da melhor gestão na cobrança
das contribuições. O secretário ressaltou que
a transferência da arrecadação previdenciária
para a Receita Federal do Brasil trouxe ganhos de eficiência
no recolhimento das contribuições, porque a Receita
Federal pode cruzar dados de recolhimento de diversos tributos. -
Helmut Schwarzer ressaltou que os números de novembro mostram
que as despesas continuam crescendo menos do que as receitas. Em relação
a outubro, houve queda de 1%. Ele explicou que diversas medidas de
gestão, adotadas pelo Ministério da Previdência
Social, estão ajudando a controlar o crescimento das despesas.
Os gastos com auxílio-doença, por exemplo, caíram
8,8% em relação a novembro do ano passado, provavelmente
por causa das ações de aperfeiçoamento da gestão
das perícias médicas e da convocação de
beneficiários para realização de novas perícias.
- Acumulado no ano – A necessidade de financiamento da Previdência
Social também caiu de janeiro a novembro deste ano e fico 1,5%
abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No período,
as despesas superaram as receitas em R$ 41, 713 bilhões, resultado
de arrecadação líquida de R$ 122, 690 bilhões
e despesas de R$ 164,404 bilhões. - A arrecadação
líquida cresceu 9,2% no período, enquanto as despesas
aumentaram 6,3%. Schwarzer ressaltou que as perspectivas são
de manutenção do crescimento econômico e do emprego
nos próximos anos, com repercussão positiva nas contas
da Previdência Social. Neste ano, explicou ele, se não
houvesse a antecipação de pagamento de parte dos pagamentos
de janeiro para dezembro, provavelmente o déficit acumulado
de 2007 seria menor do que o de 2006. Devido à antecipação
de R$ 2,9 bilhões em pagamentos de benefícios, para
8,5 milhões de segurados que ganham até R$ 380, a necessidade
de financiamento do ano deve ficar em torno de R$ 47 bilhões.
ACS/MPS: (61) 3317-5009/5039/5113. Autyor: desconhecido. 20/12/07.
REVOLTADO OU CRIATIVO?
De Waldemar Setzer, professor aposentando da USP Ha algum tempo recebi
um convite de um colega para servir de arbitro na revisão de
uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física,
que recebera nota zero. O aluno contestava tal conceito, alegando
que merecia nota máxima pela resposta, a nao ser que houvesse
uma "conspiração do sistema" contra ele. Professor
e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e
eu fui o escolhido.
Chegando a sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia:
"Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício
bem alto com o auxilio de um barômetro." A resposta do
estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do
edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro ate
a calcada e em seguida levante, medindo o comprimento dacorda; este
comprimento será igual a altura do edifício." Sem
duvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois
satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto.
Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte
razão para ter nota máxima, já que havia respondido
a questão completa e corretamente. - Entretanto, se ele tirasse
nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação
em um curso de Física, mas a resposta não confirmava
isso. - Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder
a questão. - Não me surpreendi quando meu colega concordou,
mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei
lhe seria um bom desafio.
Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder a questão,
isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar,
necessariamente, algum conhecimento de Física. Passados cinco
minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente
para o forro da sala.
Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um
compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais
surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia
desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente
escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e
solicitei que continuasse.- No momento seguinte ele escreveu esta
resposta: "Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta
do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde
a largada ate o toque com o solo. Depois, empregando a formula h =
(1/2)gt^2 , calcule a altura do edifício." Perguntei então
ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava
com a minha disposição em conferir praticamente a nota
máxima
a prova. - Concordou, embora sentisse nele uma expressão de
descontentamento, talvez inconformismo. - Ao sair da sala lembrei-me
que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora
já sem tempo, nao resisti a curiosidade e perguntei-lhe quais
eram essas respostas. "Ah!, sim," - disse ele - "ha
muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda
de um barômetro." Perante a minha curiosidade e a já
perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações."Por
exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro
e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício".
Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se a
altura do edifício. "Um outro método básico
de medida, alias bastante simples e direto, e subir as escadas do
edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura
do barômetro. - Contando o numero de marcas ter-se a altura
do edifício em unidades barométricas".- Um método
mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda
e balança-lo como um pêndulo, o que permite a determinação
da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação
ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g's,
e a altura do edifício pode, a principio, ser calculada com
base nessa diferença. "Finalmente", - concluiu, -
"se não for cobrada uma solução Física
para o problema, existem outras respostas! - Por exemplo, pode-se
ir ate o edifício e bater a porta do sindico. - Quando ele
aparecer; diz-se: "Caro Sr. sindico, trago aqui um ótimo
barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício,
eu lhe darei o barômetro de presente." - A esta altura,
perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta
'esperada' para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão
farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio
e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente
arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente,
uma farsa. - "Não basta ensinar ao homem uma especialidade,
porque se tornara assim uma maquina utilizável e não
uma personalidade. - E necessário que adquira um sentimento,
um senso pratico daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo
que é belo, do que e moralmente correto" (Albert Einstein)
Autor: Waldemar Setzer. 20/12/07.
AO SE COMPLETAREM OS DIAS
Percival Puggina - Zero Hora, 23 de dezembro de 2007
O Natal de Jesus nos coloca perante dois mistérios: o mistério
do Verbo que se fez carne e o mistério da vida humana. “No
princípio era o Verbo e o Verbo estava em Deus e o Verbo era
Deus”, ensina João no início de seu evangelho.
E, mais adiante, proclama: “E o Verbo se fez carne e habitou
entre nós”. É Lucas, no entanto, quem esclarece
através de belíssimo hino de louvor a Maria, a forma
como isso se deu. Percebe-se ali que o “Sim” de Maria
desencadeia um processo divino e humano. De um lado, a gravidez normal,
até “se completarem os dias em que devia dar à
luz”; de outro, a gravidez da Salvação, da qual
a humanidade toda se faz ventre e herdeira.
A narrativa de Lucas informa que Maria, logo após a Anunciação,
“pôs-se a caminho para a região montanhosa, dirigindo-se
apressadamente a uma cidade de Judá” (Lc 1,39), onde
morava Isabel, para verificar aquela inusitada e também misteriosa
gravidez da prima idosa e estéril. Portanto, quando ambas se
encontram, a saudação da prima – “Bendita
és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre”,
seguida de “Donde me vem esta honra de ter comigo a mãe
do meu Senhor?” (Lc 1, 42-43) – se faz perante uma jovem
grávida há poucos dias.
A festa do Natal celebra o nascimento daquele minúsculo ser,
daquele divino embrião, diante do qual Isabel reconheceu o
Salvador, proclamando a oração que se repete através
dos séculos. Verdadeiro Deus, Ele poderia ter vindo ao mundo
de qualquer jeito; poderia ter evitado o parto, os desconfortos das
fraldas e os mal-estares do crescimento. Mas, verdadeiro homem, preferiu
cumprir todas as etapas da vida humana.
Por mais que alguns cérebros se fechem à ciência,
aos fatos e ao espírito, por mais que alguns obstetras legislativos
atentem contra úteros grávidos, é humana a vida
na qual pretendem espetar suas agulhas de tricô jurídicas.
O fruto do ventre de Maria, reconhecido e louvado por Isabel, não
era um aglomerado de células. Era o mesmo Jesus cujo nascimento
festejarémos depois de amanhã.
Quem aprende com a eternidade aprende para a eternidade. Aprende lições
que o tempo não desgasta nem consóme, lições
para a felicidade e para o bem. Por isso, a maior e melhor novidade
do ano que se avizinha será sempre a Boa Nova, que infatigavelmente
põe em marcha a História da Salvação.
Ela inclui o Presépio, mas vai muito além dele porque
o Menino Jesus é o mesmo Jesus do Sermão da Montanha,
da cruz e da Ressurreição! Assim como a festa do nosso
aniversário nos remete quase inevitavelmente a uma reflexão
sobre a nossa vida, e não sobre nosso parto ou o berçário
onde fomos acolhidos, o Natal deveria erguer nosso pensamento aos
horizontes mais amplos e generosos da vida e da vida eterna. Feliz
Natal! - E um prospero ano novo. São nossos os complementos.
Geraldo Porci de Araújo. 23/12/07.
SENADORA EX-COMUNISTA CONVERTE-SE AO CRISTIANISMO
Mercedes Aroz anunciou sua conversão ao cristianismo
e o abandono de sua cadeira, por incompatibilidade com a atual política
de seu partido (Zenit.org).
Mercedes Aroz anunciou sua conversão ao cristianismo e o abandono
de sua cadeira, por incompatibilidade com a atual política
de seu partido (Zenit.org).
A senadora mais votada na história da Câmara alta espanhola,
em representação dos socialistas catalães por
Barcelona, ainda que seguirá como militante de base, segundo
informou o jornal «La Vanguardia» em 30 de novembro passado,
difundindo uma nota da agência Europa Press. Mercedes Aroz,
com mais de um milhão e meio de votos, ostenta o recorde absoluto
para representar os cidadãos na câmara alta. A ex-senadora
foi marxista ortodoxa durante décadas, afiliou-se ao Partido
Socialista Operário Espanhol (PSOE) em 1976, e provinha de
uma formação de ultra-esquerda, a Liga Comunista Revolucionária.
No Partido Socialista da Catalunha (PSC), fez parte da direção
política durante 18 anos e do Comitê ederal do Partido
Socialista Operário Espanhol (PSOE). Agora anunciou que deixa
a cadeira e que a razão é sua conversão ao cristianismo,
um processo que levou vários anos. Mercedes que como cristão
sua postura se choca com as leis do Governo, "Meu atual compromisso
cristão me levou a discrepar com determinadas leis do Governo
que chocam frontalmente com a ética cristã, como a regulação
dada à união homossexual ou a pesquisa com embriões,
e que em consciência não pude apoiar. Em conseqüência,
impunha-se a decisão que tomei", afirma em seu comunicado.
Já em junho de 2005, Mercedes Aroz anunciou sua oposição
à lei socialista do matrimônio homossexual, como publicou
em seu momento "Fórum Libertas", quando se debateu
no Senado.
Os senadores socialistas Mercedes Aroz e Francisco Vázquez
– ex-prefeito de La Coruña, hoje embaixador ante a Santa
Sé e católico praticante – se ausentaram durante
a votação no Senado e ambos falaram contra a lei. Segundo
informa «Fórum Libertas», os senadores do Partido
Popular (126), quatro de Convergência e União e um regionalista
aragonês, votaram contra a citada lei; só 119 parlamentares
apoiaram o texto. Portanto, o Senado vetou o matrimônio homossexual.
Mas o peculiar sistema bicameral espanhol indica «Fórum
Libertas» permitiu que o Congresso dos Deputados, com maioria
socialista, ignorasse o veto dos senadores, e assim se aprovou uma
lei criticada pelo Conselho de Estado (ditame 2628/2004), a Real Academia
de Legislação e Jurisprudência, o Conselho Geral
do Poder Judicial, 700.000 assinaturas avaliadas pela Junta Eleitoral
Central e uma manifestação 700.000 pessoas em Madri.
Mercedes Aroz disse em declarações ao Europa Press:
"Eu quis tornar pública minha conversão para sublinhar
a convicção da Igreja Católica de que o cristianismo
tem muito a dizer aos homens e mulheres de nosso tempo, porque há
algo mais que a razão e a ciência. Através da
fé cristã, chega-se a compreender plenamente a própria
identidade como ser humano e o sentido da vida". Segundo informam
os citados meios, já faz uns anos que Mercedes Aroz estava
se aproximando à fé cristã, segundo testemunhas
muito próximas em sua própria família. Com a
chegada do atual presidente ao poder, José Luis Rodriguez Zapatero,
a senadora Aroz fez esforços por estender pontes entre a Igreja
e a linha inicial de governo «zapaterista», marcada por
leis como a citada.
Ela escreveu cartas ao primeiro-ministro, com sugestões e propostas
de cooperação com a Igreja. Quase esgotada a legislatura,
ante a aprovação de leis incompatíveis com sua
nova visão cristã, Mercedes Aroz decidiu anunciar o
que é o resultado de um longo itinerário de maturidade
da fé. Tags: Cristianismo senadora espanhola Conversão
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=246922. 23/12/07.
ESSE NÃO É INIMIGO, MAS COMPANHEIRO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse
que o presidente boliviano Evo Morales, "não é
adversário nem inimigo, mas companheiro", num encontro
nesta segunda-feira no palácio do governo, em La Paz (BBC Brasil).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o presidente
boliviano Evo Morales, "não é adversário
nem inimigo, mas companheiro" , num encontro nesta segunda-feira
no palácio do governo, em La Paz (BBC Brasil). Denize Bacoccina
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o presidente
boliviano Evo Morales, "não é adversário
nem inimigo, mas companheiro" , num encontro nesta segunda-feira
no palácio do governo, em La Paz. Lula disse que algumas pessoas
queriam que eles brigassem, mas que isso não vai acontecer.
"Não viramos adversários e muito menos inimigos.
Viramos companheiros" , afirmou Lula, que também anunciou
novos investimentos da Petrobras no país.
"Aos que pregaram o distanciamento e esfriamento em nossas relações
respondemos com uma agenda renovada. Aos que defenderam o enfrentamento
respondemos com cooperação. Estou certo de que Bolívia
e Brasil serão parceiros num objetivo mais amplo da integração
sul-americana", afirmou o presidente.
O apoio político do presidente Lula acontece num momento de
forte divisão na Bolívia, com as províncias do
leste e sul do país rejeitando a reforma constitucional apoiada
por Morales e reivindicando maior autonomia regional.
Duas manifestações no fim de semana, de apoio à
constituinte de Morales em La Paz, e a decretação formal
da autonomia em quatro províncias no leste, mostram que o país
está dividido, embora sem confronto entre as duas parcelas
da população. O presidente também recomendou
que Morales tivesse paciência para superar o momento de tensão
política. "Evo, nestes momentos de conturbações
políticas que eu vivi muito tempo no Brasil, se eu pudesse
te dar um conselho, sem me intrometer na política da Bolívia:
paciência, paciência e paciência. Porque certamente
o povo boliviano na sua grandeza saberá ditar os rumos que
vão consolidar a democracia no nosso continente", afirmou
Lula. Na Bolívia, a própria visita do presidente Lula
é vista como um apoio à política de nacionalização
de hidrocarbonetos, que reduziu o lucro das empresas estrangeiras
no país e paralisou os investimentos por mais de um ano.
Um painel decorando o saguão do palácio, onde aconteceu
a cerimônia, tinha como slogan: a nacionalização
traz mais investimentos ."Vim para reafirmar a disposição
do Brasil para que a Bolívia encontre o caminho da estabilidade
e do desenvolvimento econômico e social. Diferenças de
opiniões e de visões são próprias da democracia.
Estamos conseguindo acomodar nossas diferenças e vamos iniciar
uma nova etapa nas relações", afirmou o presidente.
O presidente Evo Morales disse que o país precisa dos investimentos
brasileiros. "Espero que este encontro tenha servido para acabar
com as desconfianças. Precisamos de vocês. Ambos nos
necessitamos para atender às demandas de nossos povos",
afirmou Morales. Lula disse ainda que para concretizar a integração
na América do Sul é preciso que os países mais
ricos apóiem os mais pobres. "Os países mais ricos
e maiores precisam resolver o problema da assimetria. Não interessa
uma nação rica cercada de pobres por todos os lados",
afirmou ele, citando Brasil, Argentina e Venezuela como países
que têm responsabilidades para com os vizinhos.
O presidente Lula citou a União Européia como exemplo
de região que soube distribuir a riqueza e os Estados Unidos
como exemplo negativo em relação à América
Central. Os dois trataram também, sem citar nomes, das hidrelétricas
que serão construídas no rio Madeira, que já
tiveram oposição do governo boliviano e hoje são
criticada principalmente por ambientalistas bolivianos, temerosos
do impacto do outro lado da fronteira. "É importante respeitar
o meio ambiente, mas também é muito importante atender
às demandas energéticas. Se não há energia,
se não há água, se não há investimento,
qualquer região, qualquer país, seguirá atrasado
em seu desenvolvimento", disse Morales. Lula afirmou que o Brasil
está disposto "a cooperar no desenvolvimento do potencial
hidrelétrico da Bolívia". O governo tem planos
para construir também uma usina binacional, na fronteira dos
dois países no rio Mamoré, em local próximo às
usinas brasileiras. Depois de uma prolongada discussão que
durou até o encontro dos dois presidentes, nesta segunda-feira,
o governo brasileiro anunciou a retomada dos investimentos da Petrobras
na Bolívia. O comunicado oficial fala num montante entre US$
750 milhões e US$ 1 bilhão, mas o presidente da Petrobras,
José Sérgio Gabrielli, disse que por enquanto está
acertado apenas um investimento de US$ 260 milhões no aumento
da produção dos campos de gás de San Antonio
e San Alberto. O restante, disse ele, vai depender das primeiras explorações
e da necessidade e viabilidade de novos investimentos. Ficou acertada
também a possibilidade de criação de uma empresa
conjunta entre a Petrobras e a estatal boliviana YPFB para exploração
de novos campos de gás, além da cooperação
da Petrobras para o treinamento de técnicos bolivianos. Outro
acordo é para a realização de estudos para a
criação de um pólo gás-químico,
com investimento da brasileira Brasken, para a produção
de plásticos.
Morales disse que estava satisfeito pelo "desbloqueio dos investimentos"
e que as as mudanças nas regras do setor de hidrocarbonetos,
nunca tiveram a intenção de expulsar empresas. "Mas
como dizemos: queremos sócios, não donos", afirmou.
"Qualquer investidor tem direito não só a recuperar
seus investimentos mas também o seu lucro. Isso sempre vamos
respeitar em qualquer empresa", disse o presidente boliviano.
BBC Brasil. 23/12/07.
CUBANOS A BORDO DE UMA BALSA
Balseiros cubanos transformam um caminhão
em barco e chegam aos EUA depois de 15 horas de travessia (El Universal).
Balseiros cubanos transformam um caminhão em barco emchegam
aos EUA depois de 15 horas de travessia (El Universal). Los balseros
han hecho uso del ingenio para fabricar las embarcaciones que los
llevan de Cuba a stados Unidos. ste camión balsa data de 2003
(Reuters) 13 hombres arribaron a EEUU después de 15 horas de
travesía por el Caribe Frank López Ballesteros EL UNIVERSAL
Cuando llegó a la adolescencia, Yorgen García descubrió
el verdadero sentido de la revolución cubana. A los 14 años
fue enviado a Pinar del Río a realizar entrenamientos "juveniles"
para adiestrarlo ante una posible invasión estadounidense en
las postrimerías de la Guerra Fría. Recuerda que le
dijo a su madre que no deseaba ir hasta allá porque "quería
jugar pelota con sus amigos" y salir a bailar. Por las venas
de Yorgen nunca corrieron los ideales revolucionarios de Fidel Castro.
Cuenta que cuando conoció "de lejos" al comandante
- tras una visita a un colegio de La Habana - un temblor sacudió
su cuerpo y su mirada se centró en él, mientras la repulsión
lo envolvió.
Su familia era privilegiada dentro del círculo político
cubano: su padre fue un alto funcionario del régimen; su madre
construyó una posada para extranjeros y la familia paterna
había logrado exiliarse desde 1964 en Estados Unidos. La historia
de Yorgen, su padre y varias familias amigas dio un giro radical el
pasado 24 de noviembre cuando decidieron echar su vida "a la
suerte y a Dios" y tomar una balsa para llegar a las costa estadounidenses.
"Había que hacerlo; no sabes lo felices que estamos ahora.
¡Cómo reímos cuando llegamos! Tocamos la arena,
no las echábamos encima, respiramos, volvimos de nuevo a la
vida. ¡Ya sabemos qué sintió Colón...",
cuenta desde Miami con voz trémula y lleno de incredulidad.
Para Yorgen y los suyos no había audacia que se convirtiera
en terror y no presintiese la proximidad del fin si se hubieran quedado
un día más en Cuba.
En 1998 se convirtió en uno de los 11.200 cubanos que, junto
a su esposa, se atrevieron a firmar el Proyecto Varela, la iniciativa
promovida por el líder opositor Oswaldo Payá Sardiñas
para exigir reformas en el sistema político de la isla. Por
tal osadía fue despedido de su trabajo como barman en un hotel
de lujo de La Habana y fue desterrado a los viejos oficios mal pagados
del sistema: "Por un mes de trabajo querían darme cuatro
dólares".Desde que fue despedido, apenas sobrevivía
con la ayuda de sus padres, algunos dólares que de vez en cuando
le llegaban desde Miami y las propinas que los turistas le dejaban
al final de la noche tras servirles de guía por la jungla de
concreto derruido que es La Habana. Se inscribió en el programa
de refugiados que EEUU mantiene para los cubanos, pero la ola humana
que busca salir del país no le daba mucha esperanza.
Ante el desespero por la falta de trabajo y su rebeldía innata
a aceptar el castrismo decidió con sus amigos buscar la forma
de abandonar la isla. "El problema es que entre nosotros nos
teníamos miedo porque no se sabía quién podía
ir de soplón a la seguridad del Estado y acusarnos de contrarrevolucionarios
y gusanos": la vieja estigmatización que por años
aplicó Fidel a quienes traicionaban los ideales del sistema.
A principios de noviembre recibió una boleta de citación
de la policía para que se presentara en el cuartel el 28 de
noviembre. "Me iban a aplicar la ley del peligro: tres años
de prisión sin libertad porque no trabajo y por ello me consideran
una escoria para el sistema", Desde julio de este año
los pensamientos de Yorgen giraban en torno a una balsa, un motor,
una bidón de agua y un par de zapatos: "Todas las noches
le daba vuelta a la idea, pero no podía decir nada, estaba
ahogado". Entre reuniones secretas y frases clave para no develar
lo que estaba haciéndose común entro un grupo de amigos,
finalmente el 20 de noviembre Yorgen recibió la noticia que
por años esperaba oír. "El 24 sale un bote. Ocho
de la noche. El punto lo decimos luego, si no te vienes, te friegas.
Reza que todo salga bien. Será ahora o nunca, luego te digo",
le contó tembloroso un vecino a quien conocía desde
hace 15 años. "Nunca imaginé que él estaba
preparando algo " agrega. Turbadas por la noticia, su esposa
y su hija lo abrazan: "Hazlo, hazlo ya, no importa, pero tienes
que hacerlo", le dice su familia con ojos sollozos. Decidido
a tomar el riesgo, Yorgen se reúne con el grupo de 11 personas
que planeaban salir de Cuba con la balsa. El requisito eran 2.000
dólares para completar la construcción y la prudencia
ante lo que se venía. De 62 años de edad, su padre era
testigo de las glorias y la decadencia de la Revolución Cubana
y como el sistema se había corrompido con el exceso de poder
y las injusticias. La ingeniería de los balseros Con once botes
construidos por sus propias manos y en el ostracismo, con su título
de ingeniero naval, Rigoberto Méndez López conocía
el entramado mundo de los balseros cubanos. Había dedicado
parte de sus 54 años a vender naves para quienes decidían
echarse al mar.
"Al final se hartó e hizo la suya propia", asegura
Yorgen. Los dos motores los consiguieron de contrabando en la Marina
Hemingway de Cuba. "Si nos pillaba la guardia nos daban 10 años
de cárcel en la prisión de Villa Marista". Ya desde
julio el grupo estaba reuniendo las piezas necesarias para construir
la embarcación: madera, gomaespuma, clavos, hierro y lomas
de plástico negro. Durante ese tiempo ocultaron el armazón
en una casa de La Habana pagando para que no los delataran."Eso
era lo más difícil, pagar para que no nos echaran a
la policía, si eso funcionaba, nada iba a salir mal. El mayor
problema es la envidia entre los cubanos que creen en el sistema pero
quieren salir como sea", agrega. Una semana antes de la partida
todos se reunieron en una casa para "imaginar" lo que harían
si fracasaban."Todos éramos familia. El nieto con su abuelo.
El padre con su hijo, el tío con el sobrino y los hermanos
con los hermanos, eso era lo más reconfortante por lo que nos
sentimos confiados y nos pensamos en la muerte". La noche del
24 de noviembre, a las 5:45 de la tarde un camión pasó
por ellos. Recogió la embarcación y los cubrió
con una lona negra. Quien conducía - dice Yorgen - "rezaba
tanto que nos tenía nervioso". A las 8:12 de la noche
llegaron a Santa Cruz del Norte. Con dos motores Suzuki de 30 caballos
de fuerza, un GPS y una fuerte marejada "el camión lo
metimos marcha atrás y el bote cayó al agua".
En ese instante, a sus 65 años, Rolando Ocampo Gómez
tuvo que demostrar lo que su oficio de patrón de barco le había
dejado tras conducir los yates de los millonarios que arribaban a
los puertos cubanos antes del triunfo de la Revolución. Con
trece hombres a bordo, el menor de ellos de apenas 20 años
de edad, dos bidones de agua, bolsas con papeles y fotos, el reloj
marcó las 8:45 pm.Esa noche los servicios de guardacostas de
Cuba y Estados Unidos decidieron suspender las labores de inspección
por el mal tiempo en la zona. Relata este cubano que en ese momento
se unió "una baja tropical con una hondonada y ya no había
tiempo de echar para atrás, estaba todo en tinieblas, oscuro
era poco, pero salimos". La travesía desde Cuba hasta
cayo Marquesa, una isla desierta estadounidense en cayo Hueso, estaba
prevista para ocho horas. Duró quince. Con una fuerte marejada
y olas de hasta seis metros, el 25 de noviembre a las 11:25 am, las
135 millas recorridas llevaron a los trece balseros cubanos a pisar
tierra. "Allí nadie comió. Los papeles los tuvimos
que echar al mar, los bidones de agua, ¡todo! Porque las olas
eran enormes. El más joven comenzó a llorar, se calmó,
se echó a reír y luego hubo mucho silencio, creo que
eso era felicidad porque estábamos todos bien". Dice Yorgen
con emoción que en ese instante "besamos el bote, gritábamos,
nos agarramos de las manos, ¡eso fue grande mi hermano! Los
guardacostas llegaron a las 4:45 de la tarde y nos llevaron a Miami".
A través de la Ley de Ajuste Cubano, sancionada en 1966 , los
trece hombres recibirán el estatus de inmigrantes legales en
Estados Unidos. Trabajarán por un año en servicios sociales
para optar por la residencia y reclamar a sus familiares. La esposa
de Yorgen, su hija y su madre permanecerán en Cuba hasta el
próximo año. Asegura que ya no siente miedo: "Lo
mejor es que somos libres, y los que éramos amigos, ahora seremos
familias".frlopez@eluniversal.
Com http://www.eluniversal.com/2007/12/16/int_art_el-sueno-cubano-a-bo_640109.shtml.
23/12/07.
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