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AUMENTOS DAS TAXAS DE JUROS, AUMENTAM OS CUSTOS DE VIDAS

Os verdadeiros culpados pelo aumento do custo de vida da população são os constantes aumentos das taxas de juros e conseqüentemente os impostos (em especial, são as ganâncias dos governos). Como Federal, Estadual e Municipal, que não se contentam com as arrecadações recolhidas, sempre querem mais.
Parece que não têm assistentes – economistas - para orientar as autoridades dos constantes aumentos de arrecadação de impostos que prejudicam os contribuintes produtores que por sua vez prejudicam os que querem produzir produtos alimentícios e vestuários, também os produtos duráveis. As maiorias dos fornecedores desses produtos terão que tomar dinheiro emprestado, principalmente dos governos, e esses empréstimos não são nada baratos.
E tem mais, os agricultores, são que mais padecem. Além do tratamento das terras, e a manutenções dos cultivos, vem também os custos dos defensivos agrícolas, os custos com empregados, e o perigo de contratempo, como a falta de chuvas e/ou excesso de chuvas, que prejudicam os plantios e as colheitas, isso sem contar os meios de transportes, tanto por parte dos produtores como por exemplos compradores, que sujeitam as intempéries e os juros, não contando o que se perde no decorrer do tempo. Tudo isso provoca aumento do custo de vida.
As autoridades só pensão e querem arrecadar, não fazem essas contas.
Tudo que se faz é taxado pelo governo, com pecha de estar arrecadando em benefícios dos brasileiros.
Querem evitar o aumento da inflação, com aumento dos juros, como isso fosse possível. Aumentou os juros aumento os custos para a sociedade, que não sabe e nem pode saber fazer dinheiro, o recurso é recorrer os cofres dos governos. Aumentos de juros não abaixam o custo de vida, ao contrario, aumentam porque os comerciantes para comprar uma boa quantia de produtos para melhor servir os clientes acabam fazendo empréstimo.
E não para por aí. A ganância do governo central surge também os aumentos dos combustíveis e derivados, um produto indispensável para os povos, que necessitam do produto, para sobreviverem. Isso sem falar de outras taxas. Como se não bastasse à quantidade de impostos do Brasil, cobrados dos brasileiros querem agora levantar defunto do cemitério, que é o caso do imposto CSS, no lugar CPMF, que não funcionou no passado, destinado às saúdes da população e agora quem criar um outro, para o mesmo destino, alegando, não ter dinheiro para a saúde. Sabes por que não tem recurso para a saúde? Porque o governo, assumiu os sustentos dos falsos trabalhadores rurais com o dinheiro dos povos para manter os guerrilheiros (MST), azucrinando os proprietários e a administração pública forçando o surgimento da ditadura do proletariado. Um regime que não deu certo nos países onde foi adotado. Aumentou a miséria no mundo. Por essa razão, os paises que o adotou desistiram da façanha e hoje são livres e capazes de sustentar seus povos.
Fonte: Imprensa. E comentário de Geraldo Porci de Araújo. 09/6/08.


TERRORISTAS QUERIAM MATAR LULA

Jornal de Uberaba – Terça-feira – 3 de junho de 2008
O serviço de inteligência militar recebeu um informe sigiloso, vazado para esta coluna, sobre suspeito plano terrorista para assassinar o presidente Lula. O informe do final do ano passado relatou que o plano começaria pela compra de um apartamento à venda no edifício Hill House, onde Lula é dono da cobertura em, São Bernardo (SP). Os terroristas queriam instalar explosivos no elevador e detoná-los com o presidente dentro.
Financiamento.
Um advogado, cuja identidade permanece sob sigilo, tentou garimpar o dinheiro para o plano: queria R$ 700 mil para comprar o apartamento.
Odor estranho.
Arapongas não levaram a serio o suposto plano terrorista contra Lula: para eles, era amadorístico demais e cheirava a picaretagem.
Tem varredura.
Os supostos terroristas ignoraram que a segurança tem como norma fazer inspeções periódicas em elevadores e locais visitados pelo presidente.
Vulnerabilidade.
A descoberta do tal plano terrorista pode expor alguma vulnerabilidade da segurança do presidente Lula, que deve ser revista e aprimorada.
Jornal de Uberaba – Quarta-feira - 4 de junho de 2008
Agente das conspirações.
Apresentou-se em Brasília como “ex-secretário do governo Fleury”, em São Paulo, o advogado que tentou obter financiamento para executar um pano terrorista maluco contra o presidente Lula. A conspiração, relatada a um órgão de inteligência militar, foi revelada ontem nesta coluna.
Vulnerabilidade
A segurança alugou o apartamento vizinho ao de Lula, na cobertura do edifício Hill House
Em São Bernardo (SP), porque o presidente estava vulnerável. A conspiração para assassiná-lo, interceptada ano passado pelo serviço de inteligência militar, demonstra o acerto da decisão.
Jornal de Uberaba – Quinta-feira – 5 de junho de 2008-06-05
Plano contra Lilá foi minimizado
A conspiração para matar o presidente Lula não foi levada a serio porque o advogado identificado como seu articulador “era muito próximo de um desequilibrado, quase alcoólatra”, segundo o militar de alta patente que avaliou a ameaça com um representante da segurança presidencial, seu ex-aluno em um curso de Proteção de Autoridades. Verificaram, também, que são adequadas as normas de conduta da segurança, que incluem inspeção regular dos locais de pernoite do presidente Lula.
Idéia maluca.
O plano dos terroristas, revelado nesta coluna, era morar no prédio de Lula em ao Bernardo e explorar o elevador com o presidente dentro.
Top secret.
A área de inteligência também avaliou que havia motivo para divulgar a conspiração contra Lula, descoberta no final de 2007. Fonte: coluna Cláudio Umberto.
Geraldo Porci de Araújo. 09/6/08

PROTEÇÃO

Os brasileiros são uns guerreiros: lutar para adquirir os seus meios de sobreviverem sem apelarem para as ajudas dos governos, a não ser pleitear os recursos dos direitos constituídos com os pagamentos dos impostos – um princípio de manter o Brasil em harmonia entre os seus habitantes e os seus imigrantes. Para isso apelam pelas ações da política: para que sejam amparados. Os políticos terão que deixar de fazer leis para beneficiar-se em detrimento das dificuldades e fracassos dos demais habitantes.

Como as leis só beneficiam os políticos e os meliantes, atropelando as ações do judiciário que só pode fazer o que está previsto na lei. As polícias ficam de pés e mãos atados porque as leis impõem as diminuições dos tempos de penas aplicadas. Polícias detêm. A justiça solta. Porque as leis determinam as atividades penais, prejudicando a segurança da população. Esta, sofrida, pede justiça. O judiciário nada pode fazer, porque quem estabelece as ações do judiciário são os políticos que, visando os seus próprios comportamentos, fazem leis para se protegerem e, com isso, protegem os donos do alheio. Como também protegem os corruptos e os grandes sonegadores dos impostos.

Falando em impostos, os políticos não fazem as leis para conter os altos impostos. Fazem-nas de maneira a não perderem os direitos de legislar em causa própria, como os seus próprios salários e as ajudas de custo. Vergonhosas. O resto da população é que se vire. A instituição dos cargos políticos não foi para beneficiar ou apadrinhar ninguém, foi para servir de conselho administrativo, apontar e criar benefícios à população, defender os direitos dos habitantes e servir de vigilantes do patrimônio público, mas com justiças igualitárias e não para locupletar ninguém injustamente. Tão pouco tirar os direitos dos que trabalham, impedindo-os de progredirem.

De um modo geral, conforme pronunciam os falsos defensores da classe menos favorecida, os maus políticos, que pregam o fim das fortunas, querem igualar todas as populações, como ocorreu em alguns países da Europa, Ásia, África, da América Latina e no Caribe, tentaram igualar as suas populações por baixo. E só tiveram fracassos, pois suas populações ficaram mais pobres e seu governo desacreditado perante os povos livres e de diversas fortunas.

Os pequenos e microempresários dependem dos grandes industriais, dos grandes, pequenos e microempresários. Porém, precisam dos pequenos industriais, dos trabalhadores ambulantes, que lutam para sobreviver levando seus produtos/serviços aos contribuintes e consumidores, distantes dos comércios e de parcos meios de locomoção, principalmente aos trabalhadores rurais – estes sem meios de comunicações e transportes, até mesmo sem estradas.

Políticos não sobrevivem sem os trabalhadores. O Judiciário, o Ministério da Justiça, não sobrevive e não tem atividades sem os trabalhadores. Como essas classes querem abandonar esses sofredores e bem-feitores? Os políticos que têm boas intenções para com o povo brasileiro devem fazer as leis para a segurança dos trabalhadores habitantes do Brasil. Infelizmente há os que fazem só para seu próprio benefício: o Judiciário apóia as ações do Ministério da Justiça, e a população se sente beneficiada. Com o apoio das leis, em benefício de todos, os meliantes vão pensar mais de duas vezes para inquietar transeuntes e evitarem saquear as residências. E o povo agradece.

Há uma minoria que influencia os bons políticos, para descaracterizarem os conteúdos das Leis. Portanto, pode falar dos bons políticos. Mas aqueles que pensam um dia serão punidos, votam em favor da descaracterização das mesmas e tiram sua consistência, tirando, também, os poderes do judiciário em fazer cumprir o tempo de sentença dos penitenciados. Assim se justificam: é preciso abrandar as leis para não impedir de usufruir das possibilidades de se locupletarem com as corrupções, oriundas das benesses dos cargos, em detrimento dos direitos dos trabalhadores e, com isso, evitam comer do próprio veneno. Aí, que deveria ficar trinta anos trancafiados, fica no máximo seis anos. Quem pega seis anos, não paga mais do que algumas cestas básicas. São soltos. Sendo poderoso, cultural ou financeiramente, fica livre. E o pobre, se sentenciado, cumpre toda a sentença.

Isso quer dizer que a política manobra a justiça. E a justiça não tem liberdade para decidir sozinha. A sociedade clama por justiça. E a justiça dificilmente assiste aos menos favorecidos pela sorte que vive as margens dessas sociedades. Liberdade, Igualdade, Fraternidade e, acrescentamos Segurança hoje não há. Geraldo Porci e Araújo. 03/5/08.

DEMOCRACIA

Governo do povo para o povo já se tornou sabedoria popular, o que pode dizer sociedade livre. Regime político que se diz! Princípios da sabedoria popular e da distribuição eqüitativa dos poderes, ou, por outras palavras, regime de governo que se caracteriza, em sua essência, pela liberdade.

Pelo que vemos, não parece. As pessoas têm que tirar o seu Título Eleitoral para não serem punidas. Como fazer as divisões dos poderes se há controle das populações menos o poder das autoridades? Isso deveria ser uma dissensão dos poderes de decidir as execuções dos atos, e não uma oposição aos Eleitores.

As pessoas desengonçadas para administrar deveriam adotar uma concepção democrática de governo, e não como certas pessoas sectárias da democracia. Não deveriam estar com pensamento em outras doutrinas partidárias, poderia assim, povoar com dignidade, respeitabilidade, autoridade, ter moral e decoro para engrandecer e orgulhar-se de pertencer às classes populares, mas não para dirigirem-se ao povo com bravatas, ameaças e humilhações.

Os brasileiros estão decepcionados pelo excesso de liberdades para com os corruptos e delinqüentes assaltantes, provocados pelos os exemplos dos maus políticos. E falta de liberdade para os eleitores ameaçados de punições, até mesmo a perda de direitos a liberdade de ir e vir por falta dos Títulos Eleitorais, ficando impedidos de adquirir outros documentos, como: CPF; tirar Carteiras de Identidades; Passaportes; Carteiras de Habilitações; Empréstimos bancários; registro de documentos; Receber Proventos; Fazer transações com entidade Públicas; e outros atos pessoais. Isso não são intervenções e imposições? Caso os eleitores não tenham votado nas eleições, significa para os brasileiros serem punidos, tudo indica intervenções em suas vidas, como seres humanos. Onde estão as livres iniciativas? E seus direitos de ir e vir livremente.

Desvirtuando o que diz na Constituição Brasileira de 1988, ainda em vigor, no resto do mundo, não há esse tipo de intervenções. Exigir nas vidas dos povos de perdem os direitos de votarem, votem em quem quiser e em que quiser, não e não há perda e danos para ninguém. O pleito é livre. E têm mais, eles não possuem títulos de eleitores. E no Brasil há? E o direitos de quem quer votar em branco ou nulo. E, com isso, provocam uma enorme situação para as populações que, mesmo não gostando de certos políticos, poderão anular as eleições, e serem descartados muitos políticos. Mas essas eram as boas respostas dos povos eleitores e não-eleitores.

Vejam as armadilhas que os políticos fizeram: autorizaram que os jovens com idades de dezesseis (16) e de dezessete (17) anos podem tirar os títulos eleitorais e votarem, mas não podem ser votados. Mas tomem cuidados, as punições serão para todos.

O agravante está na proibição de esses jovens trabalharem. Essa proibição surgiu no governo Lula, este ano, anos de eleições. Cabe a união dos eleitores e dos políticos, verdadeiros brasileiros não corruptos.

O Brasil chegou a um ponto de os políticos retirarem recursos da população viam impostos. Aumentam as faltas dos tratamentos das saúdes; descuidam das melhorias nos ensinos; consertarem as estradas, para melhorar os escoamentos dos produtos alimentícios; dos minerais; para as indústrias e para exportações; não aumentam o sistema de seguranças para a população. Deveria voltar o sistema de habitação, nos tempos do Banco Nacional de Habitação – BNH, em que todos os de poucas posses tinham o direito de adquirir uma unidade (casa) que na época tinha até o nome de pombal, mas era uma opção do menos favorecido ter o seu cantinho para morar. Hoje, o que se vê no Brasil, são favelas e mais favelas. As pequenas casas da época, hoje estão melhores, porque os proprietários fizeram esforços e mudaram os tamanhos e o visual das casas. Os impostos tiram dos povos os interesses de trabalharem. Todos sabem que os trabalhos dignificam os seres humanos e diminuem as malandragens, e acabam com as cobiças dos alheios. Democracia deveria ser isso, e não dar margens para as malandragens, como as dos maus políticos e outros.

Democracia como disciplina política, na sua essência a da liberdade do ato eleitoral, pela divisão dos poderes e pelo controle da Autoridade, isto é, dos poderes de decisão e de execução.

Por isso que o presidente não pode abrir mão para beneficiar uma parte dos poderes em detrimento dos outros. Geraldo Porci de Araújo. 10/5/08.

ENTREPOSTO

Uma atividade que junta várias firmas comercial de cunho econômico em uma cidade e uma região, por onde outras cidades se adquirem produtos comerciais de boas e regulares qualidades e condições econômicas, em quantidades satisfatórias, facilitando os bons acessos, diminuindo custos de transportes e de despesas pessoais. Uberlândia se propôs arrebanhar para as regiões facilitar suas atividades comerciais, diminuindo custos, e se autos desenvolvendo em benefícios das populações. Uberaba também, no passado havia ENTREPOSTO. Como do Instituto Brasileiro do Café (IBC), que foi fechado na década de 90, pelo o Senhor Otavio Raí, ex-presidente do IBC. Na época os políticos uberabenses, não se movimentaram, para revitalizar a Fábrica de Óleo instalada no Bairro Boa Vista; a Fábrica de papel, instalada no Bairro Fabrício, em Uberaba; também não aceitaram as instalações: da Coca-Cola; e de Kibon; a fábrica de cigarros Souza Cruz; dos complexos das Lojas Americanas que foram para Uberlândia MG; da fábrica de Automóveis, Mitsubishi, que foi para a cidade de Catalão, GO; a fábrica de aparelhos Eletrônico com TV Sansung, que foi para cidade de São Carlos SP.

Os uberabenses ricos, não gostam de muitos esforço para que a cidade tenha um bom desempenho nas atividades dos trabalhos. Como plantar e colheres seriais, uma fonte para dar empregos e renda para população, reforçando as atividades comerciais. Com os seus recursos adquiridos com os negócios de confecções. Para onde foi à indústria têxtil que havia em Uberaba/MG? Para onde foi a fabrica de fazer sabão? E agora com os arrendamentos de suas terras, para produção açúcar e álcool é que não os afastarão de seus negócios. Arrendar terras não dá trabalhos os proprietários. Terminou os contratos, fazem outros logo ali no Cartório.

Uberaba/MG está caminhando para mais um fracasso, com a saída dos transportes ferroviários, que fora para cidade de Araguari/MG. E com essa, Araguari/MG, voltará ser o Entreposto de produtos agrícolas: como o Café, o arroz, milho e os produtos, com animais vivos: gados suínos, que viajam em grandes quantidades, em pequenos, em gaiolas, como era nas décadas de 30 e 40, quando havia as gaiolas e pranchas. Por onde eram transportados para outras regiões, por não haver estrados. E muitas dificuldades para se ligar entre regiões que pretendem transportar e exportar seus produtos, bem como Importa, produtos de outras origens.

E por falar em café, o que foi feito dos cafezais que havia nas terras de Uberaba/MG? Com a sida dos transportes ferroviários, rasporte Uvberaba/MG? esais gricula que fazem os transportes de cargas pesadas e mais barato, deve provocar também a saída do posto Seco de Importações e Exportações (ADUANEIRO), de Uberaba/MG! Desaparecer da cidade, por falta também de Aeronaves, de transportes e exportações e Importações, por vias aéreas de cargas pesadas para medias e longas distancias.

Não demora muito tampo, para Uberlândia/MG, também assumir o Entreposto de verduras em Uberaba/MG. Por que a parte mais volumosa dos produtos Leguminosos e Verduras vem de Uberlândia/MG, e os espaços de descargas e carga, são de produtos de Uberlândia/MG e há um motivo: por que não há incentivos de hortaliças, nas terras de Uberaba/MG, como era nas décadas 30,40 e 50. É poça que havia muitos pequenos proprietários de gleba de terras e também muitas necessidades de meios de sobrevivências e tecnologia para incentivar mais espaços para outras produções de outros produtos. A produção de alimentos mais leve, é uma necessidade e bem estar dos indivíduos. Tinham de produzir. O Entreposto (CEASA) de hortaliças vem sendo abastecido por produtores de São Paulo, e de Uberlândia/MG.

Para onde foram às produções de sereias do município de Uberaba tinha na década, de trinta, quando fora desmatado uma boa parte do serrado do chapadão região do Rio Claro; alto da Serra do sapecado e da caieira dos Veludos; de Petrópolis; a região de Ponte Alta; Delta; na região do Córrego do Lajeado. Isso sem contar as regiões de Água Comprida, Conceição das Alagas (Garimpo) Campo Florido; Veríssimo e o oeste norte de Uberaba. Região onde se produzia muito arroz, nde trinta, quarenta e cinqüenta, até ao irio te de UVirissimo produzuduzua década de noventa, a dois mil e três 2003; época de colheitas: arroz, feijão, algodão e milho, bem como a periferia de Uberaba/MG.

Geraldo Porci de Araújo. 11/5/08.


HERANÇAS STALINISTAS


A sombra de Stalin cobre o Cáucaso, epicentro do que se convencionou chamar de nova guerra fria e que se tornou guerra de fato. Foi Stalin quem dividiu a Ossétia, incorporando a parte norte à Rússia e dando a parte sul de presente à sua terra natal, a Geórgia. Georgianos e ossetianos não têm nada de comum. Juntou-os a caneta de um ditador com o argumento de que era preciso arranjar meios de controle do nacionalismo de “povos menores”. Moscou estimulou a imigração de russos, georgianos se instalaram no acréscimo de sua terra e foi armada uma bomba de tempo que afinal explodiu.
A geopolítica de Stalin, baseada na imposição e na brutalidade, se manteve de pé na medida em que o próprio regime comunista ultrapassou a morte do ditador com uma herança de trágicos cacoetes nas costas. A Ossétia do Sul cumpria o seu papel de região georgiana sob a imposição de um poder central cujas pernas começaram a tremer com disputas envolvendo o espólio stalinista. Um longo período de estagnação não impediu que, bem ou mal, o rumo fosse mantido. Sobrevieram, no entanto, pressões pró-abertura, a desintegração da União Soviética acabou assumindo a condição de inevitável.
A Ossétia do Sul achou que era hora de afirmar-se com identidade real. Em seu livro Human love, o russo Andrei Makine reproduz fragmentos de escritos de Guevara com reflexões sobre porque as revoluções falham. O “ideal marxista” é colocado no contexto de movimentos de libertação africanos apoiados pela ex-União Soviética. Numa das cenas descritas por Makine, o Che não manifesta nenhum sentimento de piedade diante da denúncia de um pobre africano de que um rebelde, ou revolucionário, lhe tomara o pão. As revoluções têm de ser impiedosas em função de seus objetivos? Dizem que sim os que ainda defendem o stalinismo, cujas heranças há tempos entraram na idade da explosão e afinal chegou a vez da Ossétia do Sul.
A Rússia mudou de roupagem, largando a de madrasta e vestindo a de protetora dos ossetianos, por determinação de uma geopolítica de novos tempos. Esgotou-se com triunfo do Ocidente, já que ruiu o império russo, a Guerra Fria que sucedeu à Segunda Guerra. Das três mais importantes ex-repúblicas soviéticas, a Bielorrúsia transformou-se numa ditadura da pior espécie, a única em território europeu, aliada da Rússia. A Ucrânia virou campo de batalha entre facções pró-Rússia e pró-Ocidente. A Geórgia colocou-se debaixo do guarda-chuvas do Ocidente, sobretudo dos Estados Unidos, com pretensões a ter como prêmio o ingresso na Otan. Sovietóloga num passado de confronto entre Estados Unidos e ex-União Soviética, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, conhece bem o assunto. Ela fazia arranjos em favor da Geórgia na Otan, quando Bush conversava com o presidente da Rússia na reunião do G-8, ambos tratando, segundo a versão oficial, de aparar arestas. Os russos não conseguiram digerir a coincidência. Os georgianos, ao que parece, se sentiram em condições de agir, começando a “limpeza” da Ossétia do Sul. Teria sido a agressiva opção ocidental da Geórgia que levou a Rússia a ações de guerra. O que significa que não se trata de conflito confinado ao Cáucaso. Com o ingresso da Geórgia, a aliança militar ocidental, a Otan, alcançará as fronteiras da Rússia e essa possibilidade tornou-se insuportável para Moscou, que decidiu enfrentar os riscos de jogar tanques e aviões contra o novo afilhado de Washington.
A Rússia tem o segundo maior arsenal atômico do mundo, com cerca de 12 mil ogivas. Embora arruinada em sua antiga condição de superpotência, ainda acredita que tem condições de sustentar uma reedição do “equilíbrio pelo terror” que manteve nos trilhos a Guerra Fria pós Segunda Guerra. Coloca no ar, em áreas avançadas, seus bombardeiros de longo alcance. Manda esquadra ao Mediterrâneo, dá um basta na Geórgia e afirma que reagirá, inclusive militarmente, se necessário, à determinação dos Estados Unidos de instalarem sistemas antifoguetes na Europa Central. Humilhação suprema, já que se trata de ex-área de influência de Moscou transformada em plataforma contra Moscou, segundo crença no Kremlin.
Uma nova guerra fria com novo formato? Embora acuada, a Rússia considera que ainda tem fôlego para recuperar alguma porção de seu status passado. Um certo grau de autoconfiança marcou presença nas ações de guerra contra a Geórgia. Empregou armas, mas com justificativa na ponta da língua. A Otan bombardeou a Sérvia como punição pela “limpeza racial” em Kosovo. A Ossétia do Sul seria o Kosovo russo. Com uma nova guerra fria já com lances de guerra de fato. Correio Braziliense. Autor: Newton Carlos.
Fonte: Percival Puggoina. Enviado por, Geraldo Porci de Araújo. 19/8/08.


ASILO POLÊMICO


A decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder status de refugiado político ao italiano Cesare Battisti, ex-integrante de um grupo de esquerda e condenado por quatro homicídios ocorridos nos anos 70, provocou ontem uma crise entre Itália e Brasil. O Ministério do Exterior italiano convocou o embaixador brasileiro no país, Adhemar Gabriel Bahadian, para pedir formalmente explicações sobre o refúgio e expressar "sua contrariedade e surpresa" com a decisão.
Diversos integrantes do governo italiano reagiram com indignação. A subsecretária de Justiça, Elisabetta Alberti Casellati, disse à rádio estatal RAI que "a decisão do governo brasileiro é uma afronta à Itália":
- É uma falta de respeito com a nossa democracia, que foi acusada, acreditando-se na tese de perseguição política, de tirania. É um insulto ao nosso sistema de Justiça, deslegitimado pela autoridade brasileira, e é uma vergonha para as vítimas do terrorismo e seus familiares.
O Departamento de Exteriores do governo italiano informou que o secretário-geral do ministério, Giampiero Massolo, manifestou ao embaixador "a indignação de todas as forças políticas parlamentares, dos parentes das vítimas e de toda a opinião pública" pela decisão. O Ministério do Exterior protestou, em nota: "Expressamos grande surpresa e forte amargura pela decisão tomada pelo ministro da Justiça brasileiro que, contrariando o que foi indicado pelo Comitê Nacional para os Refugiados, acatou o recurso de Cesare Battisti, um terrorista responsável por gravíssimos crimes que nada têm a ver com o status de refugiado político". Massolo demonstrou sua "perplexidade" pelas explicações de Tarso Genro ao justificar a concessão do benefício. Ele pediu ao embaixador que reitere às autoridades brasileiras o "firme clamor" do governo italiano para que a decisão seja revista.
"É um erro que ofende os italianos" O ministro da Justiça, Angelino Alfana, disse que ligará nas próximas horas para o colega brasileiro. Mais categórico foi o ministro do Interior, Roberto Maroni:
- É um erro muito grave do governo brasileiro, que ofende as vítimas do terrorismo, o sistema judiciário e o povo italiano - disse Maroni, destacando que a justificativa de que Battisti poderia sofrer torturas ou maus-tratos na Itália "é de rir" e constitui uma ofensa.
A Itália havia pedido a extradição de Battisti, condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos - A decisão de não conceder a extradição é um feito desconcertante, ofensivo e de extrema gravidade - disse o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, acrescentando que se surpreende que um "terrorista e assassino" ganhe status de refugiado político.
Representantes de famílias de vítimas de terrorismo também protestaram. Em carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Associação dos Parentes das Vítimas de Cesare Battisti, Adriano Sabbadin, filho do açougueiro Lino Sabbadin - que teria sido morto por Battisti -, disse ter ficado profundamente ferido pela decisão. "Não temos palavras para exprimir a raiva e a indignação por um fato que nos parece um deboche cruel". Battisti foi considerado culpado da morte de dois policiais, de um joalheiro e de Sabbadin. O ex-militante está preso na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, desde 2007 O prefeito de Roma, Gianni Alemanno, em carta, pediu que Lula reveja a decisão: "Confio em seu interesse para que esta pessoa seja rapidamente confiada à Justiça italiana".
As edições online dos jornais italianos destacaram a notícia e abriram espaço para comentários. Internautas pedem que, em protesto, a embaixada do Brasil seja inundada de e-mails.
Ex-terrorista e escritor de sucesso Cesare Battisti, de 54 anos, militou no grupo de extrema-esquerda italiano Proletários Armados pelo Comunismo, que, nos anos 70, praticou as chamadas "expropriações proletárias", jargão político para assaltos que financiavam a organização. Em 1993, foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos. Em dois, foi condenado como autor do homicídio.
Nos outros, como organizador. Battisti nega os crimes. Foi descrito na época como um assassino frio, capaz de matar com um tiro um comerciante ferido durante um dos assaltos. Nesse caso, porém, a Justiça lhe atribuiu a coautoria moral, já que ele não estava na cidade onde ocorreu o crime.
Quando foi condenado na Itália, Battisti já estava na França, onde viveu de 1990 a 2004. Durante muitos anos, esteve sob a proteção do presidente socialista François Mitterrand. Lá, tornou-se um escritor famoso e publicou romances nos quais analisava sua experiência na luta armada.
Battisti fugiu da França em 2004, quando a maré política virou e a Justiça francesa pôs fim à jurisprudência que o protegia até então da extradição desejada pelo governo italiano. Intelectuais franceses se mobilizaram na época a favor de Battisti, o que gerou polêmica com colegas italianos, para quem o ex-ativista era um assassino. Battisti fugiu para o Brasil em 21 de agosto de 2004. Foi detido no Rio de Janeiro, com ajuda da polícia francesa, em 18 de março de 2007
O Globo 15/01/2009. Vera Gonçalves de Araújo

 

FIQUE SABENDO


Impressionante depoimento de um médico cubano. Infelizmente não sou louco de dar o nome dele... "Existem duas Cubas: a dos produtos básicos e de má qualidade vendidos de forma controlada nos armazéns estatais em pesos cubanos, e a dos supermercados e lojas que se parecem com os de países capitalistas, que só aceitam CUCs, a moeda forte que equivale a 25 pesos e a US$ 1,25, que os turistas trazem nos bolsos, e uma minoria de cubanos recebe em pequenas quantidades como bônus salarial ou na forma de gorjetas dos estrangeiros.
Só com CUCs é possível comprar produtos de higiene, roupas, calçados e alimentos como carne e iogurte, que têm preços equivalentes aos do Brasil, ou até mais caros.
Em média, a cota de produtos como arroz, leite, ovos e macarrão vendida nos armazéns estatais dá para o consumo de uma quinzena. No restante do mês, e para os outros produtos, os cubanos precisam dar um jeito de conseguir CUCs para se abastecer. Alguns recebem dinheiro de parentes do exterior. Outros trabalham no vasto mercado de produtos contrabandeados e roubados das empresas estatais.
Em seu discurso de encerramento do ano legislativo, no sábado, o presidente Raúl Castro anunciou a eliminação de estímulos dados aos trabalhadores, sem deixar claro se se referia também aos bônus em CUCs.
"Queria saber do que ele está falando", disse uma arquiteta de 25 anos, que recebe 375 pesos (US$ 18,75) de salário e 10 CUCs (US$ 8) de estímulo. "Como assim? Vai nos asfixiar? Quer tirar de onde?" AJUDA Em geral, o governo paga estímulos em CUCs para trabalhadores que têm contato com turistas, como os de hotéis, restaurantes e táxis que são pagos em CUCs, mas recebem salários em pesos, e para funcionários que podem se corromper ou desviar materiais do Estado. Um garçom, por exemplo, recebe 275 pesos (US$ 13,75) de salário e 10 CUCs (US$ 8) de incentivo.
Isso exclui médicos, professores e aposentados, por exemplo. Um professor do ensino básico e médio ganha 350 pesos (US$ 17,50); da universidade, 450 (US$ 22,50).
A aposentadoria gira entre 225 e 300 pesos (US$ 11,25 e US$ 15). "Sem a ajuda que nossos filhos nos mandam da Espanha, nosso orçamento iria para o chão", dizem um ex-diretor de empresas estatais e uma geóloga, ambos aposentados. "Meu marido mora na Espanha", explica a clínica geral de um posto de saúde, que ganha 573 pesos (US$ 28,65). "Os outros, não sei como sobrevivem."
Um ginecologista de 59 anos, professor universitário, mostra a sua carteira: ele recebeu o seu salário de 650 pesos (US$ 32,50) no dia 20, e já não lhe resta moeda nacional na carteira. O médico pagou 400 pesos (US$ 20) num pernil e o resto em legumes para a ceia de ano novo.
Ele deveria ficar no hospital onde trabalha das 8 horas às 16 horas, mas atende rapidamente suas pacientes e estaciona seu Lada Moscovitch ano 87 por volta de 11 horas em frente a uma galeria de butiques elegantes, à espera de passageiros.
Militante do Partido Comunista desde 1977, com a prestigiada carteira vermelha, o ginecologista ganha a vida como taxista clandestino. "A medicina é meu hobby e o táxi é meu trabalho", diz ele. No fim da tarde de terça-feira, o médico tinha conseguido fazer duas viagens e ganhar 5 CUCs (US$ 6,25). O ponto clandestino onde trabalha desde 1995 equivale a uma junta médica: há um ortopedista, um dermatologista, um estomatologista e um clínico geral, além de um engenheiro e um psicólogo desportivo. "Aqui, não ganho muito dinheiro, mas pelo menos tenho esperança", diz o médico. "Lá no hospital, não tenho sequer esperança." 14/01/2009. Fonte: Percival Puggina

ASSIM É A JUSTIÇA BRASILEIRA


Eis o por quê da expressão: 'deixar o cachorro passar e implicar com a pulga' Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira. Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 4 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma 'misturinha' com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$ 724,00. A sua mulher Sônia grávida de 4 meses, sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo. Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia.
Quem poderá devolver o filho de Sônia e Paulo? Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS. Responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía da Guanabara. Matando milhares de peixes e pássaros marinhos. Responsável, também, pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável. Encontra-se em liberdade. Pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de Brasília. Esta é uma campanha em favor da VERGONHA NA CARA.
Eu já divulguei, e você? Faça sua parte, não demora em nada. Autor: todos os jornais

 

UM POVO QUE NUNCA FOI LIVRE


Cuba proporciona ao estudioso uma das histórias mais dramáticas na vida do continente. No período que vai do século 16 ao 19, somava-se ali, ao cenário comum das colônias tropicais (extrativismo, monopólio da metrópole e uso intensivo de mão-de-obra escrava), a grande proximidade com os Estados Unidos. Este último fator fez nascer na elite cubana uma forte corrente desejosa da anexação (anexionistas).
No entanto, o domínio espanhol se constituía em obstáculo, tanto para os que buscavam uma verdadeira independência, quanto para os anexionistas. No séc. 19, a Ilha foi palco de duas longas guerras contra a Espanha. A primeira durou de 1868 a 1878. A segunda começou em 1895 e se prolongou, sem sucesso, até que, no início de 1898, a explosão do navio USS Maine, que estava ancorado no porto de Havana, alterou o cenário do conflito. Identificado o caráter intencional do ato que matou 260 marinheiros em pleno sono, os norte-americanos desembarcaram na Ilha e, em poucos meses, a Espanha entregava os pontos. O subseqüente tratado de paz transferiu Cuba, Porto Rico e Filipinas para os Estados Unidos.
Assim, em janeiro de 1899, quando todas as outras colônias espanholas já estavam libertadas havia décadas, Cuba trocou de bandeira. Arriou a espanhola e desfraldou a norte-americana. E mesmo quando, três anos mais tarde, conseguiu estabelecer gestão própria, seria extremamente contrário à verdade dos fatos afirmar que aquele autogoverno fosse suficiente para caracterizar um estado nacional soberano. O senhorio ianque era evidente e se manteve, com intervenções diretas e indiretas e sempre com forte presença econômica e política, até cessar o apoio a Fulgencio Batista em fins de 1958. Embora a economia prosperasse, num cenário paradisíaco e ornado por belíssimas construções coloniais (hoje em ruínas), que justificavam a expressão “Pérola do Caribe” com que era designada a ilha, o fato é que Cuba, até a metade do século passado, não era, ainda, uma nação independente. Por isso, o mundo saudou a vitória dos guerrilheiros de Sierra Maestra. Raiava, enfim, a liberdade sobre Cuba! No entanto, bastaram dois anos sem suporte americano para que Fidel se declarasse comunista de carteirinha e entregasse o país, numa bandeja, à União Soviética. Em troca de vultosas vantagens comerciais, Cuba se converteu na principal fornecedora de infantaria combatente para guerrilhas comunistas em locais tão dispersos quanto Panamá, República Dominicana, Haiti, El Salvador, Nicarágua, Guatemala, Colômbia, Peru, Bolívia, Honduras, Somália, Angola, Congo, Moçambique e Etiópia. Como escrevi em “Cuba, a tragédia da utopia”, o sangue e a vida da juventude cubana foram arrendados a URSS por um ditador que gastava hectolitros de saliva para discorrer sobre autodeterminação dos povos. E lá se foram mais três décadas.
Até 1989 a bela ilha caribenha ainda não conhecera uma autonomia real. E quando essa situação se impôs, pelo desmoronamento da União Soviética, no início dos anos 90, a autonomia chegou sob a forma de um amargo abandono à própria sorte. A histórica pobreza da sociedade se converteu em miséria, tendo início o período que Fidel, eufemisticamente, denomina “Período Especial”. Eu chamo caos econômico por falta de patrocinador. Resumindo: ainda que nestes últimos anos, o Estado cubano esteja vivendo, pela primeira vez em sua história, como senhor de seu destino, o fato é que, para o povo, permanece a servidão, que antes foi à Espanha, depois aos Estados Unidos, mais tarde aos interesses econômicos norte-americanos, posteriormente aos soviéticos, e ao longo das últimas décadas, também a Fidel e ao Partido Comunista Cubano. No 50º aniversário da revolução justifica-se plenamente a dúvida que me assiste desde a sucessão de Fidel por Raúl. O povo cubano vive sob uma monarquia comunista onde a transmissão do poder se faz por consanguineidade ou como empregado muito mal pago da firma Castro & Castro Cia. Ltda.? fui roubado! Fonte: Percival Puggina 04/01/09

 



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